sábado, 20 de agosto de 2011

Governador participa da inauguração da WEG em Linhares

A WEG S.A inaugurou, nesta sexta-feira (19), sua fábrica de motores elétricos em Linhares, no Espírito Santo. A solenidade contou com a presença do governador Renato Casagrande. O projeto da fábrica contempla investimentos de R$ 186 milhões e mil empregos diretos. Nesta primeira fase, foram investidos R$ 72 Milhões na construção de 20 mil metros quadrados. Cerca de 420 colaboradores já foram contratados.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Exportador têxtil e de calçados teme efeito da crise no mercado local

Em 2000, o Brasil exportou US$ 1,6 bilhão em calçados e US$ 629 milhões em confecções. Dez anos depois, esses valores caíram para US$ 1,4 bilhão e US$ 550 milhões. Como a perda de mercado externo foi particularmente intensa nos mercados ricos - EUA e Europa - e hoje eles representam uma ínfima parte da exportação brasileira, a perspectiva de nova crise internacional trouxe outra preocupação para os fabricantes nacionais - o arrefecimento do mercado interno e o aumento da concorrência externa no Brasil.

Empresas do setor têxtil, que ainda exportam pequena parcela de seu faturamento, não sentiram redução de encomendas, nem receberam cancelamento de pedidos externos. O momento, dizem, é de cautela. O período de encomendas de calçados de inverno no Hemisfério Norte começa em setembro e as indústrias, ao mesmo tempo em que se preparam para o impacto da crise na Europa e nos EUA sobre as exportações, também veem risco para os negócios no mercado interno.

De janeiro a junho deste ano, US$ 802 milhões foram exportados pelo setor têxtil brasileiro (incluindo confecções, tecidos e fios), enquanto o mercado mundial está caminhando para US$ 400 bilhões, informa Ulrich Kuhn, presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau (Sintex) e membro do conselho da Hering.

Desses US$ 802 milhões, apenas US$ 140 milhões representam embarques de manufaturados. O restante envolve matérias-primas, como fios e tecidos. "Nunca fomos grandes, mas estamos cada vez menores", diz Kuhn.

Segundo ele, a Hering é um exemplo de todas as empresas têxteis de Santa Catarina. As exportações já significaram 30% do faturamento da companhia no início da década de 90, e hoje não são mais do que 1%. Além disso, o pouco ainda exportado se volta cada vez mais para os países vizinhos, onde a empresa tem franquias ou clientes que trabalham com a marca, em detrimento dos mercados americano e europeu, antes os principais destinos das vendas externas. "As exportações são importantes como visão de marca, mas como participação econômica são muito pequenas", diz Kuhn.

"Essa crise, se acontecer, não vai nos afetar em nada", avalia Marcello Stewers, vice-presidente da Teka, fabricante de itens de cama, mesa e banho de Blumenau. A empresa chegou a exportar 40% do faturamento em 2002, e em 2010 embarcou apenas 8,7% dele. Na previsão de Stewers, esse percentual chegará a 6,7% em 2011. "Com o câmbio derretido do jeito que está, não tem como ser mais do que isso."

Desde 2006, a Döhler, de Joinville, também de têxteis para o lar, focou o mercado nacional para driblar dificuldades de exportar. Nas décadas de 80 e 90, mais de 60% da produção era voltada para o mercado externo. Atualmente, menos de 10% vai para o exterior. Após a mudança, o faturamento vem crescendo, e a produção também.

Carlos Alexandre Döhler, diretor comercial da companhia, afirma que a empresa mantém seu programa de investimentos - uma nova tecelagem, tinturaria e fiação na cidade -, com o objetivo de voltar a exportar em cinco ou seis anos, e com a crença de que o mercado interno continuará forte no curto e médio prazos. "Iniciamos um ciclo muito difícil de ser interrompido. A própria necessidade gerada por esses novos consumidores vai exigir investimentos."

Como no setor têxtil, as encomendas de importadores são feitas com três a seis meses de antecedência e ainda não há como apontar mudança de cenário após as turbulências das últimas semanas. "Estamos apenas há alguns dias com mercado incerto. Em um mês, um mês e meio, teremos visão mais clara disso", diz Kuhn. "É muito cedo para falar de crise, temos que esperar", concorda Stewers.

Para Carlos Alexandre, da Döhler, a crise na economia europeia é realidade, mas as vendas da empresa já estão estagnadas no continente, porque quem está consumindo lá é o imigrante, o que seria como a classe D no Brasil. "Ele olha só o fator preço, aí tem que comprar produto chinês mesmo." Nos EUA, para onde a companhia também exporta, houve uma reorientação das vendas da classe B para a classe A, que continua comprando, mas em menores quantidades.

O setor de calçados também ainda não tem estimativas do tamanho dos possíveis danos, mas segundo o diretor comercial da West Coast, Rafael Schefer, as vendas domésticas podem ser afetadas em caso de restrição ao crédito ou de queda da confiança dos consumidores no mercado interno.

Para o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, com eventual redução do consumo na Europa e EUA, os fabricantes asiáticos também poderão redirecionar para o Brasil parte de suas exportações. Com isso, aumentaria a pressão sobre o fabricante nacional no mercado local.

De janeiro a julho, a importação de calçados do Vietnã, da Indonésia, da China e da Malásia cresceu 36,7%, para US$ 199,6 milhões, e representou 83,3% das compras externas do país no segmento. Em 2010, os importados supriram 3,7% do consumo do produto no Brasil, que totalizou 780 milhões de pares. Para 2011, a Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados prevê alta de 10% na demanda doméstica, ante 13% em 2010.

No cenário externo, a crise nos países desenvolvidos vai acrescentar um complicador adicional aos problemas enfrentados pelos exportadores, devido à valorização do real. "As vendas da próxima coleção de inverno para o Hemisfério Norte correm o risco de fracassar", admite o gerente de exportação da West Coast, John Schmidt.

Os pedidos para este período começam a ser feitos em outubro, para entrega em dezembro e janeiro. As encomendas para o verão europeu e americano terminaram em maio e foram atendidas até julho. Por enquanto, os distribuidores europeus e americanos ainda não sinalizaram com possíveis reduções das encomendas, mas o executivo afirma que a situação é de cautela. "A crise é um problema que se soma ao câmbio", diz.

De acordo com Schmidt, a Europa absorve cerca de 30% das exportações da empresa com sede em Ivoti (RS). Os EUA ficam com 4% dos embarques. A maior parte (48%) vai para a América Latina.

"A crise certamente terá algum impacto, porque abala a confiança dos consumidores dos países importadores", reforça Klein. Segundo ele, as empresas começarão a ter alguma ideia do tamanho do estrago a partir do mês que vem, quando começa a temporada de feiras setoriais nos EUA.

As exportações do setor nos sete primeiros meses do ano caíram 25,8% em volume, para 66,1 milhões de pares, e 13,7% em valor (US$ 777,1 milhões), em comparação com igual período de 2010. Os EUA seguem como o principal destino dos calçados brasileiros.

Fonte: Valor Econômico
http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=52621

Coteminas tem prejuízo de R$ 152 milhões no trimestre


SÃO PAULO - Queda no faturamento e piora no resultado financeiro da Coteminas convergiram para que a companhia apresentasse prejuízo líquido de R$ 151,2 milhões no segundo trimestre. No mesmo período do ano passado, a companhia teve lucro de R$ 8,4 milhões.
Na comparação trimestral, a receita líquida caiu 21,4%, para 530 milhões, enquanto o prejuízo financeiro subiu de R$ 1,2 milhão para R$ 46,3 milhões.

A Coteminas teve que fazer uma baixa contábil de R$ 37 milhões em função de uma reestruturação das operações nos Estados Unidos no período , o que impactou o resultado, apesar de não ter efeito no caixa da companhia.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

MMartan é 100% do grupo Coteminas

Marcos de Moura e Souza | De Belo Horizonte
17/08/2011
A "evolução excepcional" da rede de lojas de cama, mesa e banho MMartan nos dois últimos anos levou o grupo Coteminas, presidido por Josué Gomes da Silva, a comprar o restante das ações da varejista (35%) que ainda estavam nas mãos das sócias fundadoras. A aquisição foi feita por intermédio da Springs Global, controlada pela Coteminas. Agora, a intenção é mudar o sistema de logística, unificar a administração e fortalecer a empresa. Em 2009, quando a Springs comprou 65% da MMartan, a rede tinha cerca de 60 lojas. Atualmente, são mais de 170. A Springs pagará às sócias da MMartan (mãe e duas filhas) R$ 30 milhões. "Para evitar uma maior emissão de ações da Springs, combinamos que vamos pagar parte em dinheiro", disse Gomes Silva.

Tupy: 45% da receita com exportações

Empresa valoriza tecnologia nas vendas externas

16/08/2011 | 18h25



Redação AB

A Tupy, fundição especializada em ferro de Joinville (SC), encerrou o primeiro semestre de 2011 com receita operacional de R$ 1,047 bilhão, 20% superior à obtida em igual período do ano passado. O lucro líquido foi de R$ 81,4 milhões, equivalente a 8% sobre a receita operacional e 27% superior aos R$ 64 milhões dos primeiros seis meses de 2010. Outro resultado expressivo: as exportações foram responsáveis por 45% da receita.

Nos primeiros seis meses a empresa investiu R$ 104,9 milhões, do total de R$ 264 milhões previstos para 2011, ampliando a capacidade em Joinville e reconstruindo Fundição C, para blocos e cabeçotes de motores, que já funciona com uma linha e estará completa no fim do ano. Para peças automotivas, nova linha de moldagem entrou em operação na Fundição B.

Com a capacidade atual ocupada em quase 100%, em Joinville e Mauá (SP), a empresa abriu no primeiro semestre mais de 800 postos de trabalho, somando 8.890 profissionais.

Evolução

A Tupy tem ações em bolsa desde os anos 70, mas a história no País tem raízes em 1938, com a produção de conexões de ferro maleável para instalações hidráulicas. A empresa concorre com fundições de primeiro nível no mercado global de blocos e cabeçotes e atende projetos de modernização de motores brasileiros, especialmente no segmento diesel, agitada pela vigência da legislação Proconve P7 a partir de janeiro.

Na evolução para P7, que atende normas equivalentes à Euro 5, é preciso adequar o processo de fundição e o projeto de engenharia de produto, em razão de novas condições de combustão e da integração com sistemas de pós-tratamento.

Com as operações de Joinville e Mauá (instalação adquirida da Cofap) a Tupy domina cerca de 80% dos fornecimentos de blocos e cabeçotes para motores diesel no País e 45% entre os veículos leves, a gasolina. O restante das encomendas na área de blocos e cabeçotes é atendido, na maior parte, pela Teksid, do Grupo Fiat.

Para escapar dos efeitos da crise financeira deflagrada em 2008, a Tupy tratou de valorizar os negócios internacionais com a oferta de alta tecnologia. Hoje 60% da produção de blocos e cabeçotes segue para o exterior, apesar de a relação cambial minar a rentabilidade dessas operações.

Tupy investiu R$ 105 milhões e criou 800 empregos

A Tupy investiu R$ 104,9 milhões no primeiro semestre, do total de R$ 264 milhões previstos para o ano. Além dos investimentos direcionados à sustentação das operações e a melhorias na área ambiental, a Tupy também está ampliando a sua capacidade de produção na fábrica de Joinville.
Deve concluir ainda este ano a reconstrução da unidade de fundição C, que será destinada à fabricação de blocos e cabeçotes de motores, e que hoje já funciona parcialmente com uma linha. Para peças automotivas, nova linha de moldagem entrou em operação na unidade de fundição B. Com sua capacidade atual ocupada em 100%, tanto em Joinville, quanto em Mauá (SP), a empresa abriu no primeiro semestre mais de 800 novos postos de trabalho.

domingo, 14 de agosto de 2011

Desoneração não anima indústria têxtil no RN


A desconfiança é a melhor parte do conhecimento. A frase é creditada à Mahatma Gandhi, líder do movimento de independência indiana. De sua autoria ou não, ela representa a sensação vivida pela indústria têxtil e de confecções no Rio Grande do Norte. O setor olha com desconfiança para a redução de encargos da folha de pagamento de cinco setores da Indústria, recém anunciada pelo governo federal. A medida, dizem empresários, pode não surtir o efeito esperado no RN. A indústria têxtil e de confecções, que seria a mais beneficiada com a medida dentro do Estado, ainda não fez os cálculos.
ana silva
Setor de confecções ainda emprega grande contingente de mão de obra. Em Jardim de Piranhas, oitenta das duzentas tecelagens fecharam nos últimos tempos
Setor de confecções ainda emprega grande contingente de mão de obra. Em Jardim de Piranhas, oitenta das duzentas tecelagens fecharam nos últimos tempos

Notícias: Teka já importa 20% de seus produtos

http://www.iemi.com.br/2011/08/09/noticias-teka-ja-importa-20-de-seus-produtos/

A Teka, fabricante de toalhas de Blumenau (SC) e de acordo com seu vice-presidente, está importando da China, Índia e Paquistão cerca de 20% de seus produtos e deve chegar a 30% em futuro próximo; operando em dois turnos diários, emprega 3,9 mil funcionários. Quando ali se abre uma vaga, a mesma não é preenchida (Valor – 9/8/11).

Nova estratégia da Hering leva Coinvalores a ajustar preço-alvo para R$ 33

10 de agosto de 2011 • 17h32 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Diante de perspectivas farováreis, a Coinvalores revisou suas projeções para Hering (HGTX3) indicando um preço alvo de R$ 33 para as ações da companhia, o que implica em um upside de 10% sobre o fechamento da véspera. Para a corretora, a remodelagem da marca e o forte plano de abertura de lojas foram os principais motivos para a revisão.
“Atribuímos também algumas mudanças no cenário macroeconômico. Diferentemente de 2010, o ano de 2011 veio mais nervoso, com incertezas tanto no plano externo quanto interno”, apontam os analistas Sandra Peres e Renato Raposo, citando como exemplo para o mercado interno a elevação na taxa de juros e algumas medidas macroprudenciais que acabaram por reduzir as perspectivas de forte crescimento da economia.
Além disto, o cenário internacional, bastante negativo, acaba contaminando o desempenho das ações da companhia. “Mesmo que a Hering tenha pouca presença em outros países, a fuga de capitais acaba prejudicando seus papéis. Entretanto, a companhia continua otimista com a economia brasileira, tanto que manteve seu plano de abertura de lojas”.
Investimentos
Em termos de investimentos, a Coinvalores projeta para os próximos anos os mesmos valores divulgados para 2011, em torno de R$ 61 milhões, em decorrência do agressivo plano de abertura de lojas.
Já para a margem Ebitda, que vem surpreendendo a equipe da corretora, são estimados novos ganhos, dado a expertise da companhia em diversificar sua produção entre própria e terceirizada, além de ter grande parte de suas lojas franqueadas, diminuindo assim as despesas.
“Baseada nos bons fundamentos microeconômicos, a companhia tem capacidade de apresentar maiores vendas, o que acrescido a um bom gerenciamento dos custos e despesas corrobora com as boas margens projetadas”.

Haco vai ampliar e aumentar investimento em tecidos

A empresa produz tecidos há mais de 20 anos e foi pioneira ao desenvolver peças em Jacquard.

A Haco, renomada fábrica de etiquetas e outros produtos de Blumenau, está com planos ambiciosos para o segundo semestre. Produzindo tecidos há mais de 20 anos, a empresa foi pioneira ao desenvolver os tecidos em Jacquard. Estrategicamente esta linha de produtos será fortalecida no segundo semestre deste ano, com a produção de tecidos mais leves, com texturas diferenciadas e com variações de tons de cores. São tecidos especiais, com maior valor agregado e que o metro custará entre R$ 20,00 e R$ 40,00.

A Haco é considerada a empresa com maior capacidade de produção de tecido em Jacquard de 1,5 metro de largura (cetim ou tafetá) das Américas, e a segunda maior do mundo. O tecido com 1,5 metro de largura apresenta maior rentabilidade e menor perda da modelagem do cliente. Além disso, a empresa blumenauense também possui a maior cartela de cores do mercado, com cinco mil cores.


Haco vai ampliar e aumentar investimento em tecidos (Foto: Divulgação)
                  

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cremer registra crescimento de 15,3% na receita líquida do 2T11, atingindo R$ 114,4 milhões


09/08/2011 - 09:52


Lucro líquido totalizou R$ 5,2 milhões no trimestre. Ebitda foi de R$ 17,0 milhões.
São Paulo – A Cremer S.A. (BM&FBovespa: CREM3), fornecedora de produtos para a saúde, registrou receita líquida de R$ 114,4 milhões no segundo trimestre de 2011, valor 15,3% superior ao apresentado no mesmo período do ano anterior. O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 17,0 milhões, uma alta de 8,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido atingiu R$ 5,2 milhões, 47% abaixo do segundo trimestre de 2010, resultado da menor receita financeira no período.
“O trimestre foi marcado pelo início da captura dos resultados da aquisição da P.Simon e das duas parcerias estratégicas, Lemgruber e Embramed, realizadas desde o final de 2010, assim como pelo fim do ciclo de alta da nossa principal matéria-prima, o algodão”, afirma Rafael Grisolia, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.
Perfil da Cremer- O principal setor de atuação da Companhia é o mercado de produtos para a saúde, no qual figura como fornecedora de produtos para cuidados com a saúde nas áreas de primeiros socorros, cirurgia, tratamento e higiene.
As ações da Cremer são negociadas no Novo Mercado, nível máximo de governança corporativa da BMF&Bovespa desde abril de 2007, sob o código CREM3.
A Cremer S.A., a Plásticos Cremer S.A. e a P.Simon S.A. contam com três unidades fabris em Blumenau (uma de produtos têxteis, uma de adesivos e uma de plásticos), uma em São Paulo (de produtos plásticos).

domingo, 7 de agosto de 2011

Lucro da Weg atinge R$ 154,6 milhões no 2º trimestre

A Weg registrou lucro líquido de R$ 154,6 milhões no segundo trimestre, o que representa um crescimento de 32,6% frente ao ganho de R$ 116,5 milhões observado um ano antes.

Brasil Econômico   (redação@brasileconomico.com.br)
22/07/11 09:44

Em maio, a companhia anunciou a aquisição do controle acionário da Pulverlux, especializada na fabricação e comercialização de tintas em pó na Argentina.
Além disso, a Weg inaugurou uma nova unidade de fabricação de tintas em Mauá (SP) e uma unidade de distribuição em Cabo de Santo Agostinho (PE).
Ainda no período, a empresa atingiu R$ 215,6 milhões no indicador Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), com alta de 23,9% comparado ao mesmo período de 2010. Com relação ao primeiro trimestre do ano, o indicador mostrou recuperação com aceleração de 16,9%.
No mesmo sentido, a receita líquida cresceu 26% comparada ao ano anterior, com destaque principalmente para a alta no mercado externo de 45%.
"As perspectivas de crescimento da economia brasileira têm atraído capitais financeiro e produtivo. Esta situação traz novos desafios para a Weg, com a constante valorização cambial e o acirramento do ambiente competitivo no Brasil", informou Laurence Beltrão Gomes, diretor de relações com investidores da Weg.
No primeiro semestre, os investimentos em ativos fixos da companhia totalizaram R$ 74,9 milhões.

Principal fundição da América Latina, a Tupy adota solução da Senior para controle de acesso e segurança .

http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=44357:principal-fundicao-da-america-latina-a-tupy-adota-solucao-da-senior-para-controle-de-acesso-e-seguranca&catid=50:cat-demais&Itemid=331

A Tupy S/A, a principal indústria latino-americana de fundição de ferro e uma das líderes mundiais no fornecimento de peças e componentes para a indústria automotiva, implementou a solução de  Acesso e Segurança, desenvolvida pela Senior, em suas plantas de Joinville, no norte de Santa Catarina, e Mauá, na região metropolitana de São Paulo (SP).   
Fundada em 1938, a Tupy responde pela produção anual de 500 mil toneladas de ferro fundido.  Somadas, suas duas plantas industriais ocupam área total equivalente a 1 milhão e 308 mil metros quadrados, por onde circulam, além dos 8 mil funcionários da empresa, uma média de 1.800 pessoas, entre prestadores de serviços, fornecedores, representantes de empresas terceirizadas,  consultores e visitantes.