quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ações da Hering estão em ponto de compra


Ações da Hering estão em do ponto de compra

Priscilla Arroyo  
(parroyo@brasileconomico.com.br)
11/10/12 13:31
 
Antes focada apenas na produção de vestuário da linha básica, a empresa passou a investir em informações de modas em suas peças
Antes focada apenas na produção de vestuário da linha básica, a empresa passou a investir em informações de modas em suas peças

Comunidade

Os papéis HGTX3, que subiram 46% neste ano, são uma das melhores opções no setor de consumo.
Nas últimas semanas, o mercado acionário brasileiro opera sem força. No entanto, os setores de varejo e consumo permanecem com tendência positiva e por isso se destacam.
No segmento de varejo, a Cia. Hering - uma das maiores redes de vestuário do país - está em um excelente momento.
O papel HGTX3 caiu bastante em 2011 e, por isso, mantém um ritmo forte de recuperação neste ano. A ação fechou o pregão de ontem com valorização de 1,49%, cotada a R$ 46,80.
De acordo com o analista técnico da Clear Corretora, Fernando Goes, quando o papel alcançar os R$ 47,10 estará em ponto de compra. "Esta foi a máxima que a ação alcançou em março deste ano."
A partir desse patamar, o primeiro objetivo a ser buscado será R$ 49. O segundo de R$ 52,50. "O gráfico mostra que a ação está com um pivô de alta. Isso significa que o papel subiu atingindo a máxima, caiu com as realizações e agora volta a avançar", afirma.
O stop loss (patamar sugerido para encerrar a operação de compra ou de venda, com possibilidade do ativo seguir em queda) é de R$ 44,50. No acumulado de 2012, a ação se valorizou 46,61%.
A Cia. Hering vem crescendo nos últimos anos respondendo a uma mudança de estratégia. Antes focada apenas na produção de vestuário da linha básica, a empresa passou a investir em informações de modas em suas peças.
Vale lembrar que a companhia divulga na próxima quinta-feira (18/10), balanço referente ao terceiro trimestre

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Trabalhadores da WEG estão em greve

01/10/2012 - CAMPANHA SALARIAL.

Por: Michelly Cyrillo  (michelly@abcdmaior.com.br)

Metalúrgicos reivindicam reajuste de 8%; mobilização continua em empresas que não concederem o índice


 Os trabalhadores   da indústria de equipamentos elétricos Weg, em São Bernardo, estão de braços cruzados desde a última sexta-feira ( 28/09). O motivo é a falta de negociação com o  Sindicato dos Metalúrgicos do ABC sobre o reajuste salarial. Nesta segunda-feira ( 01/10) cerca de 75% dos filiados ao sindicato já conquistaram o reajuste de 8%.

A campanha salarial da categoria metalúrgica é unificada. A FEM (Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos de São Paulo) negocia em nome de 14 sindicatos filiados à CUT ( Central Única do Trabalhador) num total de 249 mil trabalhadores.  Os metalúrgicos em campanha salarial filiados ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC são os grupos 2, 3, 8, 10, fundição e estamparia  que envolvem mais de 70 mil trabalhadores.  Os 35 mil trabalhadores das montadoras não participam da campanha este ano, porque em 2011 fecharam acordo válido por dois anos.

A pauta com as reivindicações foi entregue no final de junho, porém  apenas  em agosto os sindicatos patronais começaram as rodadas de negociação. As propostas da FEM são as cláusulas sociais como licença maternidade de 180 dias, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, seguro de vida e o reajuste salarial   de 8%. Apenas o grupo da fundição firmou o acordo. Já nos demais grupos o sindicato esta firmando compromissos de acordos individualmente em cada fábrica. Nesta segunda-feira cerca de 75% dos filiados já conquistaram o reajuste.

 “O grande mérito desses acordos é terem sido conquistados por meio da luta e mobilização dos metalúrgicos em empresas que não queriam aceitar os 8%. Elas tiveram de se submeter à pressão e contrariar os grupos patronais a que pertencem e que insistem em um reajuste abaixo da reivindicação dos trabalhadores”, afirma o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana. “A mobilização segue. Onde não for oferecido os 8%, os trabalhadores entrarão em greve até que a fábrica procure o Sindicato e proponha acordo, completa o dirigente.

Na última sexta-feira os 600 trabalhadores da Weg cruzaram os braços, a paralisação permaneceu nesta segunda-feira ( 01/10) e não há previsão para voltar ao trabalho. “ A expectativa é os dirigentes da fábricas negociarem com o sindicato.  A paralisação serve como um alerta para as menores. Quando uma empresa desse porte fica parada, as outras percebem a necessidade de negociar. As empresas do setor de máquinas, eletrônicos e similares são as que apresentam maior resistência às negociações” afirmou o vice presidente do sindicato, Rafael Marques.

Malwee investe R$ 55 milhões em fábrica no Nordeste

Unidade de Pacajus, no Ceará, irá produzir um milhão de peças por mês até o fim de 2013.

A Malwee abriu uma nova fábrica em Pacajus, localizada há 50 quilômetros de Fortaleza, no Ceará. A mais recente unidade da empresa, uma das maiores do setor de vestuário no Brasil, é também a maior e mais moderna das seis mantidas atualmente: possui 120 mil metros quadrados de área total, com uma área construída de 36 mil metros quadrados.

Os investimentos chegaram a R$ 55 milhões. A planta emprega cerca 1,5 mil pessoas, número que deve saltar para 2,4 mil até o fim de 2013.

A unidade abriga aos setores de costura, estamparia, RH, Tecnologia da Informação, viração e manutenção, mas a Malwee planeja incluir em 2013 também as áreas de dobração e expedição. Até lá, serão aproximadamente um milhão de peças fabricadas por mês.

Além da área recreativa, com quadra poliesportiva e choupanas para descanso e recreação, colaboradores terão à disposição um ambulatório com equipe de enfermeiros e médicos, restaurante com quatro cardápios diariamente, desjejum para todos os turnos, duas cestas básicas, fardamento e consultoria em desenvolvimento constante.

Do ponto de vista sustentável, a planta possui estação de tratamento de esgoto sanitário e efluentes industriais, que não geram poluição líquida para o meio ambiente.

A Malwee foi fundada há 44 anos. Além de Pacajus, mantém quatro unidades em Santa Catarina (matriz e malharia em Jaraguá do Sul e filiais em Pomerode e Blumenau) e outra em Camacan, na Bahia.

24 horas na vida e na morte de Aleppo, Síria

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Desemprego na Zona do Euro atinge recorde

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