segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Malwee inaugura segunda etapa de unidade no Ceará

http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/09/15/noticiasjornaleconomia,2920061/malwee-inaugura-segunda-etapa-de-unidade-no-ceara.shtml


Com investimento total de R$ 55 milhões, a indústria de malhas Malwee (Santa Catarina), inaugurou, ontem, a segunda etapa da sua unidade no Ceará, no distrito de Pacajus. A Malwee Malhas passa a contar agora com 34 mil m² de área construída, o que a transforma na maior unidade planejada da Malwee no País.



A fábrica está localizada em um terreno de 120 mil m² que, segundo o presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Roberto Smith, trata-se de “um complexo admirável, com toda infraestrutura e tecnologia de um dos maiores grupos têxteis do Brasil”.

O presidente da Malwee, Guilherme Weeger, destacou o apoio do Governo do Estado com os incentivos fiscais e as obras de infraestrutura realizadas, como a terraplanagem. Segundo o executivo, o apoio “foi primordial para a nossa vinda em 2010. O resultado a gente vê hoje, quando temos a filial mais bonita e estruturada do Brasil, reflexo de muito trabalho de cada funcionário e de um investimento que chegou aos R$ 55 milhões. Estamos felizes pela escolha de Pacajus”, ressaltou. A empresa emprega diretamente 1.500 funcionários de Pacajus, Horizonte, Chorozinho e entorno. Com a ampliação, até o final de 2013, Weeger espera que esse número salte para 2.400 funcionários, que serão responsáveis pela produção mensal de um milhão de peças de roupas.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Karsten completa 130 anos renovando sua vida

Transformações e mudanças estão há 130 anos presentes nas ações que impulsionaram a empresa Karsten desde a sua fundação, em 1882. O otimismo, que sempre esteve presente desde a chegada do imigrante alemão Johann Karsten, fez da empresa catarinense referência no segmento de cama, mesa e banho. E que ainda hoje, continua transformando sua principal matéria prima em produtos inovadores, modernos e com design inigualável.

A Karsten acredita no poder da transformação das pessoas, da renovação da sua casa, da realização dos seus projetos. E é com este pensamento que a empresa quer construir cada sonho, a cada dia, junto dos seus consumidores. 


Ao longo de mais de um século de existência, a Karsten contribuiu para o desenvolvimento, mas não apenas o desenvolvimento sustentável e tecnológico, mas sim, o desenvolvimento de pessoas, criando a cada um a possibilidade de poder renovar o seu estado de espírito e de desenvolver a sua vida unida à empresa.


Com uma produção verticalizada e com parque fabril completamente renovado, a Karsten mantém a qualidade dos seus produtos alinhada ao encanto e beleza das suas coleções, o que leva a empresa ao patamar de referência mundial em moda casa. Com filial em Maracanaú, no Ceará, a empresa totaliza 3200 colaboradores e produz 2.200 milhões de metros de tecidos por mês. E, em 2010 para realizar ainda mais o desejo e anseios de seus consumidores, a Karsten completou seu portfólio com a aquisição da paulistana Trussardi.


Sempre a frente do seu tempo, e seguindo o DNA de renovação, a Karsten lançou este ano, tecidos autoadesivos, de fácil aplicação (Do it yourself) e que poderão ser aplicados em paredes, móveis e diversos objetos. É a inovação da estamparia digital em tecidos 100% algodão, aliados ao design e tecidos de qualidade, que somente a Karsten pode proporcionar aos seus consumidores. É a renovação dos lares brasileiros com encantamento, praticidade e beleza.   


A Karsten acredita também num mundo mais sustentável e desde então é pioneira e vem desenvolvendo ações de proteção do ecossistema, através de sua política de Gestão Ambiental, onde recebe constantemente vários prêmios relativos à preservação.


Consciente de que todo o trabalho de preservação não poderá ser perdido, e que por isso é contínuo, a Karsten desenvolve ainda o “Programa de Bem com a Natureza”, que busca a parceria de escolas, dos colaboradores e da comunidade para interagir com a natureza, conciliando atitudes de preservação, desenvolvimento, educação e qualidade de vida.


A história da Karsten continuará sendo escrita para mudar o dia de cada consumidor, e é pensando neles que a empresa visa horizontes repletos de mudanças e reinvenções, sempre aliando as necessidades de seus consumidores ao impulso do mercado e das tendências de moda. E para que estas mudanças e transformações aconteçam a Karsten acredita que é preciso renovar a rotina, os hábitos, ou seja, renovar a vida.

domingo, 9 de setembro de 2012

Lucro da Hering aumenta no semestre

http://www.gbljeans.com.br/novo/noticias_view.php?cod_noticia=3953

Mas, o desempenho especialmente nas vendas mesmas lojas ficaram abaixo da expectativa, diz a empresa.

A Cia Hering fechou o segundo trimestre do ano com receita líquida de R$ 382,88 milhões, 10,39% acima dos R$ 346,98 milhões apurados entre abril e junho de 2011. No mesmo intervalo de comparação, o lucro líquido da empresa cresceu 10,1% para R$ 85,2 milhões, frente aos R$ 77,34 milhões do segundo trimestre do ano passado.

Em comparação com o período de janeiro a março de 2012, o desempenho foi melhor. A receita líquida cresceu 17,1% sobre os R$ 326,72 milhões registrados no primeiro trimestre do ano. O lucro líquido também foi maior, correspondendo a aumento de 21,36% sobre os ganhos líquidos de R$ 70,2 milhões de janeiro a março de 2012.

Apesar do crescimento, a empresa explica, em comunicado ao mercado, que os resultados ficaram abaixo da expectativa e afetaram o valor das ações negociadas em bolsa, particularmente, devido ao desempenho das vendas do item mesmas lojas, que apresentou queda de 3,9%. A Hering avalia que o desempenho foi afetado por uma combinação de fatores adversos que envolvem o contínuo desaquecimento do mercado interno, por causa do comprometimento de renda do consumidor; do clima, com poucos dias de frio registrados no inverno atual; e da fraca performance de vendas de algumas categorias de produtos concebidas para a estação.

Apesar de avaliar que alguns fatores econômicos adversos podem continuar a prejudicar os resultados nos próximos meses, a empresa segue confiante rumo ao segundo semestre, mantendo a previsão de abrir 75 lojas da rede Hering Store e 20 lojas da Hering Kids até o final do ano, conforme anunciou.

Com esses resultado, a companhia encerrou o primeiro semestre com receita líquida de R$ 709,52 milhões – aumento de 13,6% em relação ao primeiro semestre de 2011, quando registrou R$624,65 milhões. O lucro líquido do primeiro semestre também subiu para R$ 155.37 milhões, em torno de 21% acima dos R$ 128,36 milhões do primeiro semestre de 2011.

Entre abril e junho, foram abertas 28 Hering Store e uma unidade própria foi fechada. Somadas às cinco novas Hering Store do primeiro trimestre, a empresa fecha o semestre com 562 lojas entre as quatro marcas –Hering Store (464); Hering Kids (5); PUC (76), Dzarm (1) , além das 16 unidades internacionais.

Vendas desaceleram, mas Hering tem lucro 10% maior no 2º trimestre

Empresa alcançou lucro líquido de R$ 85,2 milhões no trimestre.
Receita bruta aumentou 8,9% en relação a 2011, para R$ 460,7 milhões.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/07/vendas-desaceleram-mas-cia-hering-tem-lucro-10-maior.html


Reuters

19/07/2012 18h36 - Atualizado em 19/07/2012 21h51
Vendas desaceleram, mas Hering tem lucro 10% maior no 2º trimestre
Empresa alcançou lucro líquido de R$ 85,2 milhões no trimestre.
Receita bruta aumentou 8,9% en relação a 2011, para R$ 460,7 milhões.

Da Reuters
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A Cia Hering encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 85,2 milhões, um crescimento de 10,1% em relação ao resultado apurado no mesmo período do ano anterior, apesar da já esperada desaceleração das vendas.
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O clima mais quente que o usual entre abril e junho, aliado ao desaquecimento da demanda e à maior cautela por parte dos franqueados e varejistas multimarcas, ambos decorrentes do atual cenário econômico, impediram que a companhia mantivesse o ritmo de crescimento de vendas visto no ano passado.

Ainda assim, a receita bruta da varejista têxtil aumentou 8,9% ano a ano, para R$ 460,7 milhões. O desempenho, segundo a varejista, foi atribuído ao contínuo desaquecimento do mercado, comprometimento da renda do consumidor e clima desfavorável, além de menor assertividade na composição dos itens das últimas coleções, o que prejudicou as vendas na Hering Store.

A geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), somou R$ 110 milhões no trimestre até junho, alta anual de 12,8%, com a margem passando de 28,1% para 28,7%.

A companhia destacou o desempenho de vendas das marcas Hering Kids e PUC, ambas voltadas ao público infantil. Em contrapartida, as marcas Hering e dzarm. sofreram desaceleração. "A companhia acredita que os desafios que se apresentaram no primeiro semestre podem se perpetuar por parte do segundo semestre, mas segue otimista com relação às perspectivas para o final do ano de 2012", afirmou, no demonstrativo.

A empresa reiterou a meta de inaugurar 75 lojas Hering Store e outras 20 Hering Kids no fechado do ano. Nos três meses até junho, a companhia inaugurou 28 lojas da rede Hering Store, além de ter fechado uma e convertido outra unidade própria em franquia.

Jovem executivo assume o comando da Haco

http://www.textilia.net/materias/ler/textil/negocios/jovem_executivo_assume_o_comando_da_haco

Alberto Conrad Lowndes, 30 anos, descendente da quarta geração dos fundadores da empresa, é o novo presidente da Haco – maior fabricante brasileira de etiquetas tecidas, substituindo Alexander Stefan Dattelkremer, que assumiu o conselho administrativo da companhia. Filho caçula do empresário Ricardo Guedes Lowndes, 63, falecido no dia 4 de agosto em Blumenau, e um dos responsáveis pela consolidação da Haco, inclusive no mercado internacional, Alberto Conrad Lowndes tem vários desafios pela frente, entre os quais, implementar a diversificação dos negóciose e expandir a operações da Haco Ásia.

Carreira e desafios

É de se destacar que Alberto Conrad Lowndes assume o comando da empresa após cinco anos de atuação como diretor executivo, cargo que ocupou com pouco mais de 20 anos. Graduado em Administração de Empresas pelo IBMEC, com MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral e pós-MBA na Kellogg School of Management (USA), o executivo possui ainda especialização em administração no INSEAD (França), curso técnico têxtil pelo Senai e profissional têxtil pelo Narrow Fabrics Institute (Suíça). Entre suas metas estão: investir em capacidade produtiva na unidade gráfica para sustentar o forte crescimento neste mercado; consolidar os tecidos jacquard no setor têxtil, calçadista e de decoração; dar alicerces à unidade de etiquestas RFID (radiofrequência), para que se torne a principal provedora de etiquetas inteligentes do varejo brasileiro, além de consolidar a Haco Ásia, visando torná-la um braço forte da matriz brasileira.

Perfil

Fundada em 1928, em Blumenau (SC), a Haco Etiquetas fornece seus produtos para mais de 30 países e detém 70% do mercado brasileiro. Com um parque industrial de mais de 40 mil metros quadrados, produz cerca de três bilhões de etiquetas por ano, em suas cinco unidades fabris: Blumenau, Massaranduba e Criciúma (SC), Eusébio (CE) e Covilhã (Portugal). Além de etiquetas (tecidas, estampadas e sintéticas), oferece itens como cadarços, tecidos, jacquard, fitas, transfer, tags, embalagens, rótulos e produtos com tecnologia RFID.

Atualmente, a Haco vive um momento de expansão internacional. Em 2011 iniciou a produção de etiquetas, tags e outros produtos de identificação na China, através da parceria com uma empresa asiática que está há mais de 25 anos atuando no mercado têxtil. O principal objetivo é garantir às marcas brasileiras que produzem na Ásia – clientes da Haco – o mesmo padrão de cores, informações, texturas e acabamentos das etiquetas produzidas no Brasil. Para o acompanhamento dos processos e atendimento aos clientes, um escritório em joint venture foi montado na cidade de Hong Kong. Para saber mais acesse: www.haco.com.br

Trabalhadores Recusam Proposta da Teka



BLUMENAU - Trabalhadores demitidos da empresa Teka recusaram pela terceira vez a proposta da empresa referente ao pagamento de verbas rescisórias.

A proposta, desta vez, seria o pagamento da rescisão trabalhista em seis vezes e os 40% da indenização compensatória em 16 parcelas, sendo as seis primeiras pagas junto com a rescisão.

Após as parcelas, a empresa pagaria a 17ª parcela, correspondente ao pagamento de um salário por trabalhador, prevista em Lei no artigo 477 da CLT.

A votação ocorreu na noite de quarta-feira no auditório do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem (Sintrafite), com a participação de cerca de 150 pessoas.

Como forma de repúdio à empresa, os ex-funcionários participam hoje no desfile das comemorações do Dia da Independência, no grupo do Grito dos Excluídos.

O diretor de Relações com Investidores da empresa, Marcello Stewers, informou que a Teka não vai se manifestar enquanto houver negociações com os ex-funcionários. A maioria dos 209 trabalhadores, demitidos no início do ano, tinha em torno de 15 a 18 anos de fábrica. O valor da dívida com os funcionários é de aproximadamente R$ 6 milhões.

Fonte:|http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,180,3878088,20361

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Milhares de trabalhadores entram em greve em empresa têxtil no Egito

Cerca de 23.000 trabalhadores empregados pela estatal Companhia Têxtil Mahalla, no Egito, declararam uma greve na manhã do último domingo, exigindo receber uma participação nos lucros da empresa, bem como a remoção do presidente da companhia, Fouad Abdel Alim Hasaan.

Os trabalhadores entraram em greve no final do turno da manhã. Eles começaram um protesto em frente ao prédio administrativo da empresa, batendo em tambores e cantando: “Queremos os nossos direitos”, e “Saia Fouad, empresa do Egito permanecerá livre”.

Além da demissão do presidente e do pagamento de participações em lucros da empresa nos últimos 12 meses, os trabalhadores exigem um salário mínimo mensal.

Mahalla , tem sido um centro de luta dos movimentos no Egito, assim como é o maior polo de produção têxtil. Seus trabalhadores e a cidade foram um berço dos protestos contra Mubarak antes de 25 de janeiro revolução.

Tradução editada a partir de Al-Masry Al-Youm
http://www.cspconlutas.org.br/

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dirigentes do Sindicato Têxtil de Blumenau e Região (SINTRAFITE), filiado a UGT, tentam agredir fisicamente militantes da CSP-Conlutas e do PSTU!

No dia 11 de julho, três militantes estavam distribuindo panfletos da Oposição Linha Operária em frente à fábrica Coteminas. A categoria está em campanha salarial e nós do Linha Operária escrevemos um boletim com nossas propostas e reivindicações para ser apresentada em assembléia que se realizará no dia 14 de julho.
Já havíamos recebido ameaças por telefone, mas não esperávamos que o Vice-presidente Alcides Alves de Oliveira (Moreno) e o 1º Tesoureiro Luiz Carlos Tomaz, diretores liberados deste sindicato, partissem para agressão física. Arrancaram nossos panfletos e ameaçaram de nos “quebrar de pau” se continuássemos a panfletar as fábricas, além de nos perseguirem na rua de modo que tivemos que pedir ajuda num posto policial para podermos ir embora.
Devido à crise econômica, o setor têxtil na cidade tem sido duramente atingido com a concorrência dos produtos chineses. Os próprios trabalhadores apontam que a Teka ainda não efetuou o pagamento deste mês, a Hering teve grandes perdas na Bolsa de Valores e a Coteminas fechou sua fiação e sua tecelagem na unidade de Blumenau além de ter um dos maiores prejuízos da sua história em 2011. Ao invés de lutar para melhorar as condições de trabalho ou conquistar estabilidade no emprego durante a crise, o Sindicato Têxtil de Blumenau tenta calar a socos e pontapés a Oposição Linha Operária.
Esta tem sido uma prática comum neste sindicato, alvo de manchetes nos jornais e TV's de Santa Catarina, devido a inúmeros escândalos de desvio de dinheiro, fraudes, processos por agressão física entre os próprios diretores, além dos escandalosos salários de R$ 5.700,00 durante seus cinco anos de mandato, enquanto a categoria amarga um piso salarial de R$ 820,00.
O SINTRAFITE participa do Fórum dos Trabalhadores de Blumenau, do qual participam movimentos da cidade e sindicatos. Em virtude da gravidade do fato, pedimos que o Fórum e seus participantes se posicionem publicamente sobre o ocorrido e tomem medidas legais contra esses sindicalistas.
O Linha Operária é um grupo de oposição à direção do SINTRAFITE (que é o maior sindicato têxtil da América Latina), surgido há dois anos e formado por operários que reivindicam a CSP-Conlutas, mas a ditadura nas fábricas e no sindicato impedem que eles apareçam publicamente. Por isso, militantes de outros setores, como estudantes e carteiros entregam os materiais produzidos pelos operários, até que estes possam conquistar estabilidade no emprego.
Diante destes acontecimentos, estamos chamando todos os sindicatos e movimentos, em especial a CSP-Conlutas, para divulgar por todo o país este crime contra o movimento operário, pois não vamos retroceder um centímetro na defesa da classe trabalhadora, continuaremos a fazer nosso trabalho de base e sabemos que os diretores deste Sindicato vão tentar nos agredir mais vezes.
Para mais informações, acesse linhaoperaria.blogspot.com.br.

Saudações Socialistas!

Endereço para envio de moções: Vivian, Presidente do SINTRAFITE vivian@sintrafite.com.br; Fórum dos Trabalhadores de Blumenau ftblumenau@gmail.com; UGT/SC ugt-sc@ugtsc.org.br; Secretaria Geral UGT secger@ugt.org.br.
Com cópia para linhaoperaria@hotmail.com.  


Moção de repúdio à tentativa de agressão física por parte dos dirigentes do SINTRAFITE, filiado a UGT, de Blumenau!

            Viemos por meio desta moção, tornar público nosso repúdio contra a tentativa de agressão física sofrida por militantes da Oposição Linha Operária que estavam em frente à fábrica Coteminas distribuindo panfletos sobre a Campanha Salarial dos Têxteis de Blumenau, Gaspar e Indaial.
            A liberdade de expressão é um direito assegurado pela Constituição Federal e sua violação é um ataque à sociedade. É vergonhosa a atuação dos dirigentes sindicais Alcides Alves de Oliveira (Moreno) e Luiz Carlos Tomaz que impediram a distribuição de um simples boletim informativo, além da tentativa de agressão. Querem calar quem ousa discordar da direção do SINTRAFITE. Entendemos que não pode haver tolerância quanto a qualquer ação violenta contra a classe trabalhadora!



Veja o Boletim de Ocorrência:


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Hering é a campeã das têxteis, com negócio renovado

São Paulo – Nas salas de aula de algumas das melhores escolas de administração do país, a centenária Hering virou um exemplo a ser estudado. Isso porque a empresa gaúcha conseguiu, em cinco anos, sair de um faturamento estagnado de 350 milhões de reais para os atuais 1,4 bilhão de reais, graças ao investimento no seu maior atributo: a força da marca.

Destaque do setor têxtil de Melhores e Maiores de 2012, a Hering se concentrou em criar coleções próprias, gerir suas 430 lojas, a grande maioria franqueadas, e a distribuir seus produtos de uma maneira melhor e menos custosa. Como resultado, a empresa foi a que apresentou a maior rentabilidade do segmento: 31,9%, seguida pela empresa Beira Rio, com 22,9%, e Lupo, com 21,1%.

O lucro da companhia também foi maior que o das concorrentes e ficou em 140,7 milhões de dólares. A margem de vendas, de 19%, também foi destaque, mas ainda sim ficou abaixo de outras duas empresas. A Dakota apresentou o melhor resultado do setor nesse quesito, com 25,2%, seguida pela Guararapes, com 21,9%.

Leia aqui.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Cantagalo, trading controlada pela Coteminas, quer crescer 50% em 2012

A Cantagalo General Grains, empresa do agronegócio que tem como controladora a Coteminas, pretende por meio de sua subsidiária CGC Trading movimentar na safra 2012/13 entre 1,5 milhão e 1,6 milhão de toneladas de soja, milho e algodão. O número representa um crescimento de 50% a 60% em relação ao 1 milhão de toneladas movimentado na safra 2011/12, primeiro ano de atuação da empresa.

Na última semana, a empresa divulgou em seu balanço que obteve, no ano fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2011, um lucro de R$ 21,795 milhões, ante um prejuízo de R$ 87 mil em 2010 ? a empresa foi fundada em outubro daquele ano.

O diretor comercial, Alexander Von Erlea, destaca a posição da empresa na originação de algodão, iniciada em 2011. "Já somos um dos quatro maiores players desse mercado", afirma Von Erlea.

Neste ano, a Cantagalo também avançará no cultivo de grãos e fibras, por meio de sua subsidiária agrícola e de terras. Segundo o executivo, o braço agrícola nasceu no ano passado, com 150 mil hectares de terras próprias. A unidade deve cultivar 60 mil hectares na safra 2012/13, entre soja, milho e algodão, ante 40 mil hectares do ciclo passado.

"Um terço da área total é de reserva ambiental e não pode ser usada. As áreas que ainda não estão ocupadas com agricultura estão sendo preparadas para tal", disse Von Erlea. A meta, segundo ele, é atingir o plantio de 100 mil hectares em 2013/14. As propriedades estão localizadas nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Piauí.

No começo deste ano, a CGC Trading ganhou a licitação para construir e operar um dos lotes do Terminal de Grãos do porto de Itaqui (Tegram) no Maranhão, juntamente com Glencore, Consórcio Crescimento (formado pela francesa Louis Dreyfus Commodities e a Amaggi Exportação) e NovaAgri, que arremataram os demais lotes do projeto.

Apesar de ser a controladora, a Coteminas não está sozinha na empreitada. Sua participação no negócio é de 30%. A Encorpar, holding da família controladora da Coteminas, a Gomes da Silva, detém 20%. Os demais 50% estão divididos em cotas iguais entre dois sócios estratégicos - Agrícola Estreito, GFN Agrícola e Participações S.A.

(Fabiana Batista | Valor)

Funcionários da Teka acusam empresa de calote

Cerca de 120 ex-funcionários da unidade local da Teka – Tecelagem Kuehnrich, que encerrou as atividades no último dia 14, acionaram a Justiça na tarde de ontem. As ações foram protocoladas no Fórum pelo SINDIFIATEC (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Fiação e Tecelagem de Campinas e Região) para cobrar o pagamento dos direitos trabalhistas.

Até o momento, nenhum dos 370 funcionários demitidos recebeu seus benefícios, que somados podem chegar ao montante de R$ 2 milhões. O Sindicato deverá abrir um total de 200 ações individuais contra a empresa. Os demais, segundo informações, não assinaram acordo com a entidade sindical e deverão abrir os processos com seus advogados particulares. As reclamações dos trabalhadores apareceram já na segunda-feira, 25, durante a homologação das rescisões dos contratos de trabalho. No dia seguinte, diversos trabalhadores compareceram à redação do Gazeta após irem à Caixa Econômica Federal (CEF) para dar entrada no seguro-desemprego e sacar Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e receberem a informação de que a documentação estava errada. Pior: alguns ex-funcionários da Teka descobriram que o FGTS não foi depositado pela empresa. “Trabalhei seis anos na Teka e agora descubro que nem o FGTS não foi depositado. Estamos desesperados e sem respaldo algum. Quem não fez acordo com os advogados do Sindicato está ficando abandonado, mesmo tendo pagado a contribuição sindical todo mês trabalhado. E ninguém da empresa atende a gente”, reclamou a tecelã Edislene Guimarães Cunha Alves, 33. Também após trabalhar seis anos da Teka, a tecelã Valéria Andreza de Azevedo, 32, disse que seu FGTS está com valor parcial depositado, e por isso não pode fazer o saque. “No acerto disseram que eu tinha R$ 1 mil pra receber, mas na Caixa só tem R$ 400,00, e nem isso eu posso tirar”, lamentou. A situação da costureira Ana Paula Mauck, 29 anos e com 10 de Teka, também não é diferente. “Estou sem receber nada, a maioria dos funcionários já está passando dificuldades. É um absurdo o que estamos passando”, desabafou. Segundo o Sindicato, a Teka alegou que não tem condições financeiras de saldar as dívidas. Os benefícios não recebidos pelos ex-funcionários incluem os 14 dias trabalhados neste mês, aviso prévio, o 13º salário proporcional, as férias proporcionais, FGTS e multa de 40% sobre o FGTS. A Teka não se manifestou sobre o assunto, bem como sua assessoria de imprensa não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem até o fechamento desta edição.

Leia aqui.

Cremer anuncia compra de três empresas

Negócios foram aprovados pelos acionistas nesta quinta.
Empresa não informou valor da compra das empresas.


A Cremer anunciou nesta quinta-feira (28) a compra de três empresas, mas não informou os valores das operações. A empresa anunciou a aprovação de seu conselho de administração bem como de seus acionistas aos negócios.

Foram adquiridas a Embramed Indústria e Comércio de Produtos Hospitalares, de São Paulo, a Paraisoplex Indústria e Comércio, de Paraíso, em Minas Gerais, e a Ktorres Beneficiamento de Plásticos, também paulistana.

Em comunicado enviado ao mercado, a fabricante de produtos de saúde informou que haverá direito de retirada para os acionistas que manifestarem a intenção de sair do investimento. Serão envolvidos no benefício os detentores de ações da Cremer ao fim do pregão de 28 de maio. Eles terão 30 dias após o anúncio da aquisição para decidir pelo direito ou não.

Será pago o preço de R$ 9,33 para cada papel em poder dos investidores que optarem pelo recesso, calculado pelo valor patrimonial contábil. Na sessão de hoje, as ações da Cremer encerraram o pregão cotadas a R$ 16,25.

Valor Online

Leia nota da Cremer