2014 mal começou e já podemos sentir as consequências desastrosas de uma campanha salarial desfavorável para os trabalhadores têxteis em Blumenau. Desfavorável em todos os sentidos, por exemplo:
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
domingo, 14 de abril de 2013
Habitação e vestuário puxam inflação da baixa renda no Brasil
Fernanda Nunes
A inflação percebida pelas famílias de baixa renda acelerou em março, segundo apurou a Fundação Getulio Vargas (FGV). É o que mostra o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos. O indicador subiu 0,75% no mês passado, após mostrar alta de 0,17% em fevereiro. Com o resultado, o índice acumula alta de 1,91% no ano e de 7,15% em 12 meses.
A inflação percebida pelas famílias de baixa renda acelerou em março, segundo apurou a Fundação Getulio Vargas (FGV). É o que mostra o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos. O indicador subiu 0,75% no mês passado, após mostrar alta de 0,17% em fevereiro. Com o resultado, o índice acumula alta de 1,91% no ano e de 7,15% em 12 meses.
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sábado, 16 de junho de 2012
Inadimplência do consumidor cresce 21% em maio, diz Serasa
A inadimplência dos consumidores brasileiros cresceu 6,2% em maio na comparação com abril, a terceira elevação mensal consecutiva. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a alta foi de 21,4%.
No acumulado de janeiro a maio, a alta foi de 20% na comparação com o mesmo período de 2011.
O crescente endividamento do consumidor e as compras parceladas para o Dia das Mães foram as principais razões para a alta da inadimplência em maio, segundo economistas da Serasa.
As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) puxaram esse crescimento, com variação de 9% entre maio e abril.
A inadimplência com os bancos também subiu 3,1% no mês passado. Os títulos protestados e os cheques sem fundos apresentaram variação de 14,8% e 9,2%.
O valor médio das dívidas registrou crescimento de janeiro a maio de 2012. As dívidas não bancárias cresceram 17,5%, os cheques sem fundos apresentaram elevação de 11,9%, assim como os títulos protestados e as dívidas com os bancos, que aumentaram 9,3% e 0,1%.
Leia aqui.
No acumulado de janeiro a maio, a alta foi de 20% na comparação com o mesmo período de 2011.
O crescente endividamento do consumidor e as compras parceladas para o Dia das Mães foram as principais razões para a alta da inadimplência em maio, segundo economistas da Serasa.
As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) puxaram esse crescimento, com variação de 9% entre maio e abril.
A inadimplência com os bancos também subiu 3,1% no mês passado. Os títulos protestados e os cheques sem fundos apresentaram variação de 14,8% e 9,2%.
O valor médio das dívidas registrou crescimento de janeiro a maio de 2012. As dívidas não bancárias cresceram 17,5%, os cheques sem fundos apresentaram elevação de 11,9%, assim como os títulos protestados e as dívidas com os bancos, que aumentaram 9,3% e 0,1%.
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
Governo define que classe média tem renda entre R$ 291 e R$ 1.019
O governo brasileiro já tem uma nova definição para a classe média brasileira. Considerando a renda familiar como critério básico, uma comissão de especialistas formada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República definiu que a nova classe média é integrada pelos indivíduos que vivem em famílias com renda per capita (somando-se a renda familiar e dividindo-a pelo número de pessoas que compõem a família) entre R$ 291 e R$ 1.019.
"Quem tiver renda per capita nesse intervalo será considerada classe média", disse Ricardo Paes de Barros, secretário de Ações Estratégicas da SAE, na noite desta terça-feira, em São Paulo. Segundo ele, a definição de classe média foi finalizada após análises de propostas com mais de 30 alternativas, feitas em quatro reuniões da equipe técnica da secretaria e mais duas da equipe de avaliação.
Dentro dessa definição, a comissão dividiu a classe média em três grupos: a baixa classe média, composta por pessoas com renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441, a média classe média, com renda compreendida entre R$ 441 e R$ 641 e a alta classe média, com renda superior a R$ 641 e inferior a R$ 1.019.
"Isso é um ativo para a sociedade brasileira. A classe média do País representa mais da metade da população. Tendo uma definição padrão, que seja aceita por todo mundo, isso vai facilitar muito toda a discussão sobre o que pensa, o que quer, o que espera, o que faz e qual o padrão de consumo dessa nova classe média", disse Barros.
Segundo a comissão, para chegar a essa definição a secretaria levou em consideração o padrão de despesa das famílias e os gastos com bens essenciais e supérfluos. Também foi usado como critério o grau de vulnerabilidade, ou seja, da probabilidade de retorno à condição de pobreza.
Após a definição, a comissão estuda agora aplicar políticas públicas voltadas para essa classe média. A ideia é fazer com que se diminua a rotatividade de emprego entre os trabalhadores formais, aumentando a capacitação profissional. "Queremos estimular relações de trabalho de mais longa duração", explicou.
Segundo Barros, além da qualificação dos trabalhadores, o governo também estuda promover políticas públicas que estimulem, por exemplo, a poupança. "Já estamos trabalhando em políticas de qualificação continuada para trabalhadores ocupados, expansão das possibilidades de microsseguros, educação financeira e outras políticas voltadas para os diferentes segmentos da classe média", disse.
De acordo com o ministro da SAE, Moreira Franco, a próxima etapa do trabalho da comissão será a de criar ferramentas que possam interagir e estimular o debate e a reflexão sobre essa definição. Uma das primeiras ferramentas será a criação de uma pesquisa chamada Vozes da Classe Média, que pretende fazer um levantamento sobre as aspirações e o comportamento das pessoas que fazem parte desse grupo social.
Agência Brasil
"Quem tiver renda per capita nesse intervalo será considerada classe média", disse Ricardo Paes de Barros, secretário de Ações Estratégicas da SAE, na noite desta terça-feira, em São Paulo. Segundo ele, a definição de classe média foi finalizada após análises de propostas com mais de 30 alternativas, feitas em quatro reuniões da equipe técnica da secretaria e mais duas da equipe de avaliação.
Dentro dessa definição, a comissão dividiu a classe média em três grupos: a baixa classe média, composta por pessoas com renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441, a média classe média, com renda compreendida entre R$ 441 e R$ 641 e a alta classe média, com renda superior a R$ 641 e inferior a R$ 1.019.
"Isso é um ativo para a sociedade brasileira. A classe média do País representa mais da metade da população. Tendo uma definição padrão, que seja aceita por todo mundo, isso vai facilitar muito toda a discussão sobre o que pensa, o que quer, o que espera, o que faz e qual o padrão de consumo dessa nova classe média", disse Barros.
Segundo a comissão, para chegar a essa definição a secretaria levou em consideração o padrão de despesa das famílias e os gastos com bens essenciais e supérfluos. Também foi usado como critério o grau de vulnerabilidade, ou seja, da probabilidade de retorno à condição de pobreza.
Após a definição, a comissão estuda agora aplicar políticas públicas voltadas para essa classe média. A ideia é fazer com que se diminua a rotatividade de emprego entre os trabalhadores formais, aumentando a capacitação profissional. "Queremos estimular relações de trabalho de mais longa duração", explicou.
Segundo Barros, além da qualificação dos trabalhadores, o governo também estuda promover políticas públicas que estimulem, por exemplo, a poupança. "Já estamos trabalhando em políticas de qualificação continuada para trabalhadores ocupados, expansão das possibilidades de microsseguros, educação financeira e outras políticas voltadas para os diferentes segmentos da classe média", disse.
De acordo com o ministro da SAE, Moreira Franco, a próxima etapa do trabalho da comissão será a de criar ferramentas que possam interagir e estimular o debate e a reflexão sobre essa definição. Uma das primeiras ferramentas será a criação de uma pesquisa chamada Vozes da Classe Média, que pretende fazer um levantamento sobre as aspirações e o comportamento das pessoas que fazem parte desse grupo social.
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sábado, 25 de junho de 2011
Linha Operária Nº 04
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domingo, 22 de maio de 2011
Não ao aumento do passe! Passe Livre para Estudantes e desempregados!
Não ao Aumento do Passe
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Matérias-primas mais caras pressionam inflação no atacado
O custo dos insumos industriais acelerou ainda mais no começo de 2011. Segundo a FGV, o algodão subiu 170% nos últimos 12 meses e a indústria têxtil já deixou claro que o repasse para o consumidor é inevitável.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
1ª Edição do Linha Operária
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Trabalhadoras da confecção feminina lançam campanha salarial
| Maria de Santana, presidente do Sindconfe |
• No dia 26 de março, trabalhadoras e trabalhadores da confecção feminina de Fortaleza reuniram-se no Clube dos Correios para lançar a campanha salarial deste ano. Numa festa com forró, sorteio de brindes e animação, foram comemorados o Dia da Costureira e o Dia Internacional das Mulheres. Mas as trabalhadoras abriram a festa com a assembleia para definir a pauta da campanha salarial deste ano.
Exploração e dupla jornada
Na confecção feminina, quase 90% dos trabalhadores são mulheres. Elas têm dupla jornada, muitas são jovens e estão em seu primeiro emprego. A jornada de trabalho de 44 horas semanais, os salários baixos, as metas de produção, as péssimas condições de trabalho, o assédio moral e sexual e a dupla jornada (trabalho na fábrica e em casa) são a receita dos patrões para buscarem mais lucros. Uma verdadeira ditadura do lucro.
Houve um crescimento econômico do setor que permitiu contratar mais trabalhadoras, dispensar menos no início do ano e garantir a produção. Só não cresceu o salário e não houve melhoria das condições de trabalho. Ao contrário, cresceram as queixas das trabalhadoras em todos os sentidos: doenças de trabalho, assédio moral, ameaça de cortes na produção e de demissões etc. Até as questões mais básicas, como refeições de qualidade, banheiros limpos e creche para os filhos das trabalhadoras, só serão garantidas com a mobilização da categoria.
Contra a ditadura dos patrões
O que as costureiras conseguiram até agora é pouco diante dos lucros e benefícios que a patronal dispõe. Nas fábricas, grandes e pequenas, os patrões andam em carros importados que são trocados todos os anos. Enquanto isso, as trabalhadoras vão para o trabalho a pé, de bicicleta ou ônibus e não têm dinheiro para reformar a casa, matricular o filho numa escola de qualidade etc.
É preciso organizar as trabalhadoras para derrotar a ditadura dos patrões dentro das fábricas e mobilizar a categoria para arrancar mais conquistas e valorizar os salários. As costureiras vão lutar por um reajuste salarial de 20%. Atualmente, uma costureira ganha R$ 547, e uma auxiliar R$ 545. Com o reajuste, passaria para um salário de R$ 700 para a costureira e R$ 650 para uma auxiliar. Ainda é pouco, mas avançaria a valorização do salário das costureiras.
Além disso, a categoria vai lutar para colocar na convenção coletiva de trabalho a garantia do auxílio-creche para todas as trabalhadoras, dependendo do porte da empresa. Atualmente os acordos são feitos por empresa e nem sempre é cumprido.
A cesta básica é outra das reivindicações. Hoje, nem todas as empresas disponibilizam. As que fornecem condicionam o benefício às metas de produção e às faltas, só recebendo aqueles trabalhadores que não têm faltas e que batem todas as metas ou os que não fazem as refeições no local de trabalho.
Por último, a categoria luta pela redução da jornada de trabalho. A jornada atual é desumana para qualquer trabalhador, e mais desumana ainda para quem tem uma dupla jornada. Portanto, é uma necessidade para a saúde das mulheres que a jornada de trabalho seja reduzida.
É possível, neste ano, construir uma grande campanha salarial com mobilização da categoria, diferente dos anos anteriores. Nesse sentido, nosso sindicato, junto com as entidades da CSP-Conlutas, intensificará sua presença nas fábricas para ganhar as trabalhadoras para derrotar a ditadura dos patrões e das fábricas e garantir grandes vitórias para as mulheres.
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Mulheres em Luta
quarta-feira, 30 de março de 2011
Edição Nº 02 do Boletim Linha Operária
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