quinta-feira, 31 de julho de 2014

Lucro da Cremer recua 45,8% no 2º trimestre

A Cremer (CREM3) encerrou o segundo trimestre de 2014 com lucro líquido de R$ 5,36 milhões, queda de 45,8% ante o resultado de R$ 9,90 milhões registrado no mesmo período do ano anterior.

Indústria têxtil enfrenta crise devido à diminuição do consumo

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Duas tecelagens, dois destinos

Sulfrabril em Blumenau ainda emprega 700 funcionários. Já teve 5 mil
Hering e Sulfabril foram fundadas em Blumenau. Uma está lançando sua quinta marca e vale R$ 3,7 bilhões. A outra não consegue encontrar comprador para sua massa falida

Por: Natália Flach

Em 1850, o filósofo alemão Hermann Bruno Otto Blumenau recebeu do governo imperial duas léguas de terras em Santa Catarina para fundar uma colônia agrícola. Mal sabia ele que a cidade que leva o seu sobrenome seria sinônimo de tecelagem, tornando-se berço de empresas como Hering e Sulfabril. Ao longo das últimas seis décadas, as duas companhias trilharam caminhos diametralmente opostos. Depois de décadas de prejuízos e ajustes, a Hering acaba de lançar sua quinta marca e vale R$ 3,7 bilhões na bolsa. Já a Sulfabril, falida há 15 anos, não consegue encontrar um investidor disposto a pagar R$ 160 milhões por sua massa falida, que inclui duas fábricas ainda em atividade, que empregam 700 pessoas.


Arapaima Participações passa a deter 96,2% da Cremer pós OPA

São Paulo - A fabricante de produtos para primeiros socorros e higiene Cremer informou nesta terça-feira que a Arapaima Participações passou a deter cerca de 96,2 por cento da companhia após leilão de oferta pública de ações (OPA) para saída da empresa do Novo Mercado.

A Arapaima, cujas ações são inteiramente detidas por fundos de investimentos sob gestão da Tarpon, adquiriu cerca de 7,2 milhões de papéis em circulação e outros 21,1 milhões de papéis detidos por pessoas a ela vinculadas, ao preço de 17 reais cada.

A Cremer vai à luta

Companhia reestrutura seu modelo de negócio para concorrer com gigantes estrangeiras de produtos médicos.
Por: Ana Paula Machado

Competir com gigantes do setor de produtos hospitalares, como as americanas Johnson&Johnson e 3M, requer diversificação, inovação e uma boa dose de ousadia. A catarinense Cremer pretende se enquadrar nesse tripé. Sob o comando do executivo Leonardo Byrro, um paulistano de 34 anos, ex-Ambev, com MBA nos Estados Unidos, a empresa de Blumenau, no Vale do Rio Itajaí, está reestruturando seu modelo de negócio, priorizando o corpo a corpo no varejo e voltando-se mais para o mercado. “Estamos deixando de lado a mentalidade estritamente industrial”, diz Byrro. Nos últimos anos, a quase octogenária Cremer abriu escritórios e fábricas em São Paulo e Minas Gerais, além de centros de distribuição em várias regiões do País, incluindo o Nordeste.


Coteminas vai reformular projeto de R$ 1,1 bilhão

Vinícius Menna

Passados quase dois anos e meio de seu lançamento, o projeto de um complexo imobiliário de R$ 1,1 bilhão da Coteminas, em São Gonçalo do Amarante, passa por reformulação e não tem data para início da obra. De acordo com o diretor da Companhia no Rio Grande do Norte, João Lima, a decisão de readequar o projeto foi tomada após a companhia tomar conhecimento, em 2013, de que Aeroporto Internacional Aluizio Alves deverá atrair investimentos dentro do conceito de aeroporto-cidade. A expectativa da companhia é de ter até dezembro deste ano a definição de um modelo de negócio para a área, mas o projeto não tem data de conclusão.


domingo, 16 de março de 2014

PPR da Hering

Todos os dias somos forçados a encarar condições precárias de trabalho, refeitórios sem higiene, esforços repetitivos e em péssimas condições ergonômicas, pondo nossa saúde e vida em risco. Isso acontece para garantir o lucro dos patrões. No caso da Hering, em 2013 o faturamento subiu 12,6% obtendo R$ 318 milhões de lucro líquido.

Como se isso já não fosse muito, a Hering e o sindicato armaram uma armadilha para nós operários na negociação do PPR. A forma como foi escolhida a comissão representante dos trabalhadores foi completamente errada e antidemocrática, tanto que não negociou nada


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Consequências da campanha salarial

2014 mal começou e já podemos sentir as consequências desastrosas de uma campanha salarial desfavorável para os trabalhadores têxteis em Blumenau. Desfavorável em todos os sentidos, por exemplo:

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Dudalina vai dobrar de tamanho antes de ter novo presidente

Sônia Hess, presidente da Dudalina
Segundo Sônia Hess, presidente e herdeira da camisaria, a meta é atingir faturamento de R$ 1 bilhão até 2016 e, daí então, começar a pensar na aposentadoria.

São Paulo - Sônia Hess, presidente da camisaria Dudalina, é uma das maiores empreendedoras do Brasil. Mesmo assim, não pretende ficar nessa para sempre. Sua empresa já possui 93 lojas, 3.500 pontos de vendas multimarcas e fatura 515 milhões de reais por ano. É um belo império que Sônia espera dobrar até 2016, atingindo faturamento de 1 bilhão de reais. Depois disso, porém, ela pretende passar o bastão e assumir um lugar no conselho diretor, de onde poderá observar de longe a colheita dos frutos que seus pais começaram a plantar com uma lojinha de secos e molhados no interior de Santa Catarina em 1957 e ela ajudou - e muito - a regar.


Notícias têxteis





terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Perspectivas não são positivas para a indústria têxtil

Presidente do Sintex, Ulrich Kuhn, e diretor superintendente
 da Abit, Fernando Pimentel, participam de painel
Sintex reúne 160 empresários do ramo e recomenda cautela para o próximo ano

“Depois da tempestade vem a bonança; o pior já passou, mas isso não quer dizer que haverá ventos favoráveis”, concluiu Marcelo Prado, diretor do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) ao fim do painel sobre as perspectivas e desafios da indústria têxtil e de confecções para 2014. O evento, promovido na última terça-feira (26) pelo Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário (Sintex), em Blumenau, apresentou um clima que exige cautela dos empresários. “Não vamos esperar nenhum milagre do governo e não há perspectivas positivas”, afirmou o presidente do Sindicato, Ulrich Kuhn.