quarta-feira, 9 de julho de 2014

Arapaima Participações passa a deter 96,2% da Cremer pós OPA

São Paulo - A fabricante de produtos para primeiros socorros e higiene Cremer informou nesta terça-feira que a Arapaima Participações passou a deter cerca de 96,2 por cento da companhia após leilão de oferta pública de ações (OPA) para saída da empresa do Novo Mercado.

A Arapaima, cujas ações são inteiramente detidas por fundos de investimentos sob gestão da Tarpon, adquiriu cerca de 7,2 milhões de papéis em circulação e outros 21,1 milhões de papéis detidos por pessoas a ela vinculadas, ao preço de 17 reais cada.

A Cremer vai à luta

Companhia reestrutura seu modelo de negócio para concorrer com gigantes estrangeiras de produtos médicos.
Por: Ana Paula Machado

Competir com gigantes do setor de produtos hospitalares, como as americanas Johnson&Johnson e 3M, requer diversificação, inovação e uma boa dose de ousadia. A catarinense Cremer pretende se enquadrar nesse tripé. Sob o comando do executivo Leonardo Byrro, um paulistano de 34 anos, ex-Ambev, com MBA nos Estados Unidos, a empresa de Blumenau, no Vale do Rio Itajaí, está reestruturando seu modelo de negócio, priorizando o corpo a corpo no varejo e voltando-se mais para o mercado. “Estamos deixando de lado a mentalidade estritamente industrial”, diz Byrro. Nos últimos anos, a quase octogenária Cremer abriu escritórios e fábricas em São Paulo e Minas Gerais, além de centros de distribuição em várias regiões do País, incluindo o Nordeste.


Coteminas vai reformular projeto de R$ 1,1 bilhão

Vinícius Menna

Passados quase dois anos e meio de seu lançamento, o projeto de um complexo imobiliário de R$ 1,1 bilhão da Coteminas, em São Gonçalo do Amarante, passa por reformulação e não tem data para início da obra. De acordo com o diretor da Companhia no Rio Grande do Norte, João Lima, a decisão de readequar o projeto foi tomada após a companhia tomar conhecimento, em 2013, de que Aeroporto Internacional Aluizio Alves deverá atrair investimentos dentro do conceito de aeroporto-cidade. A expectativa da companhia é de ter até dezembro deste ano a definição de um modelo de negócio para a área, mas o projeto não tem data de conclusão.


domingo, 16 de março de 2014

PPR da Hering

Todos os dias somos forçados a encarar condições precárias de trabalho, refeitórios sem higiene, esforços repetitivos e em péssimas condições ergonômicas, pondo nossa saúde e vida em risco. Isso acontece para garantir o lucro dos patrões. No caso da Hering, em 2013 o faturamento subiu 12,6% obtendo R$ 318 milhões de lucro líquido.

Como se isso já não fosse muito, a Hering e o sindicato armaram uma armadilha para nós operários na negociação do PPR. A forma como foi escolhida a comissão representante dos trabalhadores foi completamente errada e antidemocrática, tanto que não negociou nada


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Consequências da campanha salarial

2014 mal começou e já podemos sentir as consequências desastrosas de uma campanha salarial desfavorável para os trabalhadores têxteis em Blumenau. Desfavorável em todos os sentidos, por exemplo:

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Dudalina vai dobrar de tamanho antes de ter novo presidente

Sônia Hess, presidente da Dudalina
Segundo Sônia Hess, presidente e herdeira da camisaria, a meta é atingir faturamento de R$ 1 bilhão até 2016 e, daí então, começar a pensar na aposentadoria.

São Paulo - Sônia Hess, presidente da camisaria Dudalina, é uma das maiores empreendedoras do Brasil. Mesmo assim, não pretende ficar nessa para sempre. Sua empresa já possui 93 lojas, 3.500 pontos de vendas multimarcas e fatura 515 milhões de reais por ano. É um belo império que Sônia espera dobrar até 2016, atingindo faturamento de 1 bilhão de reais. Depois disso, porém, ela pretende passar o bastão e assumir um lugar no conselho diretor, de onde poderá observar de longe a colheita dos frutos que seus pais começaram a plantar com uma lojinha de secos e molhados no interior de Santa Catarina em 1957 e ela ajudou - e muito - a regar.


Notícias têxteis





terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Perspectivas não são positivas para a indústria têxtil

Presidente do Sintex, Ulrich Kuhn, e diretor superintendente
 da Abit, Fernando Pimentel, participam de painel
Sintex reúne 160 empresários do ramo e recomenda cautela para o próximo ano

“Depois da tempestade vem a bonança; o pior já passou, mas isso não quer dizer que haverá ventos favoráveis”, concluiu Marcelo Prado, diretor do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) ao fim do painel sobre as perspectivas e desafios da indústria têxtil e de confecções para 2014. O evento, promovido na última terça-feira (26) pelo Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário (Sintex), em Blumenau, apresentou um clima que exige cautela dos empresários. “Não vamos esperar nenhum milagre do governo e não há perspectivas positivas”, afirmou o presidente do Sindicato, Ulrich Kuhn.


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

China quer exportar ainda mais têxteis para o Brasil

De janeiro a agosto deste ano, a China vendeu ao Brasil US$ 2,67 bilhões em têxteis e vestuário, de acordo com dados divulgados por Wan Yu, vice presidente da China Chamber of Commerce for Import and Export of Textiles & Apparels. No período, a corrente de comércio total entre os dois países somou US$ 56,1 bilhões, dos quais US$ 31,8 bilhões em exportações brasileiras e US$ 24,3 bilhões em importações.

domingo, 24 de novembro de 2013

Dados da Indústria têxtil e do vestuário de SC de 2012

Emprega no total 166.243 trabalhadores em seus 9.853 estabelecimentos (2012). Na indústria têxtil estão 1.900 estabelecimentos e 57.418 empregados e na do vestuário 7.953 indústrias com 108.825 funcionários.

Possui uma participação de 17,74% na indústria catarinense levando em consideração o valor da transformação industrial (2011). O peso da indústria têxtil é de 6,91% e do vestuário 10,83%.


sábado, 23 de novembro de 2013

Mais uma amarga derrota dos têxteis

Mais uma vez a classe trabalhadora têxtil de Blumenau e região presencia mais um lamentável episódio de uma novela que nos últimos anos tem sempre os mesmos episódios; Onde os protagonistas sempre são a patronal e nosso sindicato têxtil (SINTRAFITE ) que aliás sua diretoria vem gastando e muita maquiagem para manter ou ao menos tentar manter a boa aparência em seus atores principais;E a classe trabalhadora vem sendo tratada como meros telespectadores desta “fabulosa trama”.

É vergonhosa a acomodação e a falta de vontade de luta sindical que foi presenciada na ultima assembleia do dia 25/10/2013 e a carência de “credibilidade” ficou ainda mais evidente onde uma categoria formada por cerca de quarenta mil trabalhadores, somente cerca de cento e vinte compareçam a uma assembleia de tal importância. Ai perguntamos, onde o nosso SINTRAFITE quer realmente chegar??? Ou o comodismo e argumentos para a aceitação de uma minoria é uma tática que vem se repetindo a algum tempo???

Pois bem a presidente VIVIAM e seus aliados exaltaram 7,5 % por cento como uma vitória fruto da luta da classe trabalhadora e fruto da operação tartaruga que para eles foi “UM GRANDE SUCESSO”, mas realmente essa operação veio já tarde demais quando as negociações já ocorriam e a patronal já havia até adiantado a inflação, e ainda em muitas empresas não surtiram efeito algum pois a produção já havia sido e muito adiantada,ou ainda a grande maioria trabalhadora não aderiu a operação.

O fato é de que isto foi apenas mais um de muitos retrocessos que nossa classe vem sofrendo,fato que fica mais evidente de que trabalhadores da mesma categoria de IBIRAMA, RODEIO, ASCURRA e ainda BRUSQUE e região conseguiram um reajuste de 8% e nossa região o grande polo têxtil conseguimos apenas 7,5% algo vergonhoso e inaceitável!!!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Protestos fecham fábricas de vestuário em Bangladesh

Daca - Protestos violentos fecharam cerca de 250 fábricas de vestuário em Bangladesh, perto da capital Daca, nesta quarta-feira, quando milhares de trabalhadores protestaram exigindo salários mais altos nas empresas que fornecem roupas baratas para varejistas como Wal-Mart.

Trabalhadores em greve entraram em confronto com a polícia pelo terceiro dia consecutivo, causando cerca de 100 feridos. A polícia revidou, disparando balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo.