domingo, 7 de agosto de 2011

Analistas elogiam forte resultado da Hering em meio a varejo desaquecido

29 de julho de 2011 • 12h36 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – A Hering (HGTX3) agradou o mercado após anunciar nesta sexta-feira (29) um aumento de 80,8% no lucro líquido no segundo trimestre, em comparação anual. Corretoras elogiaram o forte desempenho da empresa em meio a incertezas no setor de varejo.
Fabio Monteiro, analista do BTG Pactual, ressalta que o crescimento nos resultados veio durante um cenário adverso, de desaceleração da produção e do consumo, além da grande alta no preço do algodão que afetou companhias de vestuário. “A Hering é caso raro no setor de varejo”, avalia o relatório, que coloca a companhia como “top pick”, entre as ações preferidas para investimento.
Segundo o comunicado, as taxas da matéria prima devem baixar, seguindo a tendência atual dos contratos futuros para a commodity (28% abaixo do pico de abril nos preços), o que traria melhores resultados até o fim do ano. Investidores, porém, devem ficar cautelosos com empresas varejistas em geral, dado o cenário de expansão mais tímida.

Influência sazonal
O desempenho da Hering também veio bem forte por questões sazonais, como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados durante o trimestre, afirma Sandra Peres, da Coinvalores. Um aumento no preço médio dos produtos também contribuiu para a alta das receitas operacionais.
Em decorrência do balanço positivo, as ações têm parecer de compra pela corretora. “Acreditamos que os papéis da empresa terão performance positiva no pregão de hoje”, diz o comunicado.

Rentabilidade

Ao elogiar o grande retorno da receita, ou alavancagem operacional, da Hering, a Planner concorda que a companhia surpreende o mercado. Em texto assinado por Francisco Kops, a corretora avalia a varejista como “extremamente rentável”, com um retorno médio de capital investido (ROIC) de 45% e retorno sobre patrimônio líquido (ROAE) de 50%.

A recomendação de compra, portanto, foi mantida pelo analista, com uma mudança na projeção de preço-alvo para as ações, de R$ 38 para R$ 43. Em relação ao fechamento da véspera, o potencial técnico de valorização seria de 31,2%.

Planner eleva o preço-alvo da Hering após resultados

A empresa é “extremamente rentável“, ressalta analista em relatório


São Paulo – A equipe de pesquisa da Planner Corretora reiterou nesta sexta-feira (29) a recomendação de compra e elevou o preço-alvo para as ações da Hering (HGTX3), empresa que atua no varejo de vestuário, após classificar como positivo os resultado apresentado pela companhia, referente ao segundo trimestre de 2011.
Em relatório, o analista Francisco Kops ampliou o preço-alvo para a Hering de 38 reais para 43 reais até o final de 2011, o que representa um potencial de valorização de 31,29% frente à cotação de 32,75 reais vista no fechamento do último pregão. “Mais uma vez gostamos dos resultados da Hering, que continua sempre a nos surpreender”, disse.
A companhia anunciou ontem (28) um lucro líquido de 77,34 milhões de reais no segundo trimestre, o que representa um crescimento de 80,8% na comparação com os ganhos do mesmo período de 2010 (42,76 milhões de reais).
Para o analista, a grande alavancagem operacional “faz com que cada ponto percentual de expansão na receita crie aumento de pelo menos o dobro no lucro líquido”, explica. O resultado refletiu um crescimento de vendas e margens operacionais, além da melhora nas receitas financeiras. De abril a junho, a receita líquida da empresa somou 346,98 milhões de reais, 37,2% a mais do que no mesmo período do ano passado.
Kops afirma em sua análise que, com a constante diluição de custos fixos e modelo de negócio com pouco capital intensivo, a Hering consegue ser uma empresa “extremamente rentável“, com retorno sobre o capital investido (ROIC, na sigla em inglês) de 45% tendo como base os últimos 12 meses.

Empresa brasileira vai desenvolver motores para carros elétricos

Com informações do BNDES - 31/07/2011

O BNDES anunciou um financiamento para o desenvolvimento de motores elétricos inovadores, a serem fabricados pela WEG S/A.
Os motores seguirão duas rotas tecnológicas: a de tração elétrica híbrida e a de tração puramente elétrica.
Entre as tecnologias inovadoras, estão o desenvolvimento de um sistema de tração mais leve, compacto e eficiente em comparação aos já existentes, e de um novo sistema de refrigeração que permita a redução de peso e aumento da confiabilidade dos motores
A empresa receberá apoio do BNDES no valor de R$ 7,5 milhões, equivalentes a 62,3% do investimento total, de R$ 12 milhões.

Cia.Hering registra alta de 80% no lucro líquido no 2º trimestre


A Cia. Hering registrou lucro líquido de R$ 77,3 milhões no segundo trimestre de 2011.

Brasil Econômico   (redação@brasileconomico.com.br)
29/07/11 10:38

O valor representa uma alta de 80,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, em que o resultado ficou em R$ 42,767 milhões.
No período, a receita líquida somou R$ 346,984 milhões, alta de 37,2% frente ao verificado um ano antes.
Do total da receita, 46,5% está relacionado às lojas próprias e franquias, enquanto a maior parte (52,6%) é atribuida as vendas no varejo. De abril a junho, a empresa abriu 23 franquias da Hering Store e duas lojas próprias.
"Apesar das incertezas em relação ao ambiente macroeconômico, seguimos otimistas quanto às perspectivas de crescimento e de resultado para 2011, reafirmando nossa meta de atingir ao menos 418 lojas Hering Store ao final do ano", informou a empresa.
Ainda no período, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 97,6 milhões, expansão de 41,2% comparado ao mesmo período de 2010. Já a margem apresentou variação de 28,1%.
Dentre os fatores que influenciaram esse resultado, a empresa aponta a diluição das despesas com vendas, gerais e administrativas, em função da alta alavancagem operacional, resultante do modelo de negócios da companhia, associada a uma gestão rígida de despesas.
Como forma de alavancar as vendas e fidelizar clientes, a Hering tem apostado no cartão de crédito Hering Store administrado pela Financeira Losango (pertencente ao Banco HSBC). A companhia finalizou o segundo trimestre com 270,5 mil cartões ativos.

Funcionários da TUPY passam a ter Plano de Previdência Complementar



Cerca de 9 mil funcionários da TUPY estão neste momento tendo a oportunidade de aderir a um plano de previdência complementar, o TupyPrev. É mais um benefício que a empresa oferece a seus empregados, com o objetivo de estimulá-los a poupar e com isso garantir uma renda futura, visando especialmente a complementação da aposentadoria pela Previdência Social.

O plano foi desenhado pela TUPY em conjunto com a Brasilprev e prevê contribuições iguais, do empregado e da empresa, em percentuais que variam entre 2%, 4% e 7% do salário nominal, de forma escalonada (efeito cascata). O percentual de 2% aplica-se a salários até R$ 5.000,00. Isto significa que para cada R$ 1,00 poupado pelo funcionário, a empresa contribui com igual parcela. Todos recebem, com isso, um rendimento de 100% sobre a sua poupança, afora os juros.     

O TupyPrev prevê contribuições até o limite de 65 anos de idade. Para funcionários com mais de 10 anos de casa, que não terão tempo pela frente para fazer essa poupança, a empresa também está reconhecendo até 10 anos passados, que devem igualmente ter a contrapartida do empregado.

Funcionários que já têm algum outro plano de previdência complementar podem transferi-lo para o TupyPrev, e ainda têm a possibilidade de fazer aportes extras, se desejarem. Outra escolha diz respeito à forma de aplicação, que prevê a opção entre fundos renda fixa ou de renda composta –  fixa e variável.

As reuniões para divulgação e esclarecimento sobre o plano começaram na semana passada e o índice de adesão tem sido bastante alto. Na mensagem que gravou aos funcionários o presidente da TUPY, Luiz Tarquínio Sardinha Ferro, disse da grande satisfação em poder anunciar essa decisão da empresa, que já oferece outro benefício muito reconhecido entre os empregados, o Plano de Saúde integral, extensivo a dependentes até 18 anos.   

Produtor têxtil elogia, mas ainda tem dúvidas

Veículo: Valor Econômico
Seção: Brasil
Data: 03/08/2011

Para o presidente do Sindicato da Indústria Têxtil de Blumenau e região (Sintex), Ulrich Kuhn, o pacote do governo federal frustrou o setor. "O governo se mexeu e por isso merece parabéns, mas não vai resolver o problema", disse.

Para o presidente do Sindicato da Indústria Têxtil de Blumenau e região (Sintex), Ulrich Kuhn, o pacote do governo federal frustrou o setor. "O governo se mexeu e por isso merece parabéns, mas não vai resolver o problema", disse.
De acordo com ele, ao mesmo tempo que desonera a folha de pagamento, a medida cria uma nova tributação sobre o faturamento bruto, o que vai acabar gerando um custo adicional para o empresário do setor. "A proposta não favorece o modelo de negócio catarinense, que trabalha com muita terceirização de mão de obra."

Cremer reporta redução de 47% no lucro líquido

Empresa também informou a incorporação da P Simon, que havia sido adquirida em abril

Valor Online | 04/08/2011 20:14


O lucro líquido da Cremer teve redução de R$ 9,81 milhões para R$ 5,20 milhões no segundo trimestre do ano, o que representa uma queda de 47%. Segundo dados do balanço, que foi divulgado há pouco na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações (Ebitda, sigla em inglês) teve elevação, passando de R$ 15,73 milhões para R$ 17 milhões.
A margem Ebitda, no entanto, se reduziu de 15,8% para 14,9%, sempre na comparação com o segundo trimestre de 2010. A receita bruta no período foi de R$ 146,99 milhões, contra um acumulado de R$ 128,21 milhões no mesmo período de 2010.
Ainda hoje, a Cremer enviou outro comunicado à CVM, onde informa a incorporação da P Simon, que havia sido adquirida em abril. O patrimônio líquido considerado da incorporada é de R$ 7,01 milhões, conforme apurado em 31 de julho.

BNDES investe R$ 7,5 mi em inovação brasileira para motores elétricos

por Redação — última modificação Aug 05, 2011 02:34 AM
 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará o desenvolvimento de motores elétricos pela empresa Weg com R$ 7,5 milhões, que correspondem a 62,3% do total do projeto de R$ 12 milhões.
O financiamento, que integra a linha Inovação Tecnológica do BNDES, oferecerá juros de 4% ao ano, condições financeiras especiais do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI).
A pesquisa visa o desenvolvimento de motores com inovações sobre tecnologias já existentes e será dividida em duas frentes: equipamentos a de tração elétrica híbrida e a de tração puramente elétrica.
Os destaques ficam para o desenvolvimento de um sistema de tração mais leve, compacto e eficiente em comparação aos já existentes e de um novo sistema de refrigeração que permita a redução de peso e aumento da confiabilidade.
O projeto, previsto para ser concluído em 2013, se apoia no potencial de crescimento do mercado de veículos elétricos, cuja demanda nacional ocorre em nichos específicos.
Os estudos serão realizados na sede da empresa em Jaraguá do Sul (SC) e também poderão ser tocados por parceiros tecnológicos, como consultores, universidades ou institutos de pesquisa.

Tupy estuda fábrica no México

A Tupy está estudando a possibilidasde de ter fábrica no México, bem pertinho do maior mercado, os Estados Unidos. Além do fator de logística, os custos de mão-de-obra naquele país são 30% inferiores ao praticado aqui.
Tem mais: com o dólar abaixo de R$ 1,60 exportar a partir de Joinville é um mau negócio. As negociações continuam, mas ainda não há nenhuma definição sobre a construção de fábrica naquele país.

WEG diz que distribuição e portfólio ajudaram nas vendas externas

FLORIANÓPOLIS - A recuperação das vendas no mercado externo levou a fabricante de motores elétricos WEG, com sede em Jaraguá do Sul, a conquistar a maior receita em dólares para um segundo trimestre na história da companhia. Segundo o diretor de relações com investidores Laurence Gomes, os valores superaram os resultados do segundo trimestre de 2008, até então o pico mais alto da empresa.O lucro líquido foi de R$ 154,6 milhões no segundo semestre, incremento de 32,6% sobre o me...Júlia Pitthan...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cremer anuncia compra da Topz por R$ 73 milhões

SÃO PAULO - A Cremer anunciou há pouco que firmou contrato para a compra dos ativos da Topz, fabricante de produtos de higiene pessoal. Segundo nota divulgada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o valor do negócio chega a R$ 73 milhões.

No período de 12 meses encerrado em junho, o faturamento da Topz foi de R$ 70 milhões.

A Cremer afirma que a aquisição visa o aumento da competitividade através do aumento do portfólio e da ampliação da plataforma de produtos de higiene pessoal.

Notícias: Hering encerrou junho com 472 lojas, sendo 90 da Hering Kids

O modelo de negócios da têxtil Hering de SC, através do varejo segundo dados revelados ao mercado acerca do segundo trimestre deste ano, mostrou um lucro líquido de 80,8% na comparação anual. Encerrou junho com 472 lojas, sendo 90 da Hering Kids e R$ 68,5 milhões líquidos em caixa


(Valor/S.A. – 29/7/11).

Indústria de confecções expande negócios no Ceará

Sex, 05 de Agosto de 2011 11:51

A Malwee, maior empresa de confecções do Brasil, vive momento de expansão no Ceará. Instalada em Pacajus, desde agosto de 2010, a empresa catarinense está investindo R$ 15 milhões na construção de uma nova fábrica no Município, que deverá iniciar suas operações em 2013.

De acordo com o presidente do Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico (Cede), Ivan Bezerra, já existem seis empresas têxteis catarinenses instaladas no Ceará. “Concluído o novo empreendimento, o Estado se tornará o segundo maior pólo têxtil do Brasil”, comemora Bezerra.

Segundo ele, o atual galpão da Malwee emprega 600 funcionários e a nova unidade, que funcionará às margens da BR – 116, disponibilizará 3 mil novas oportunidades de emprego. “Serão mais cearenses inclusos no mercado de trabalho formal”, diz o presidente. A empresa conta hoje com 7.500 funcionários nas suas fábricas espalhadas por todo o Brasil. O parque fabril de Pacajus trabalha exclusivamente com o setor de costura e iniciou suas atividades com 80 funcionários diretos.


05.08.2011

Assessoria de Comunicação do Cede
Jully Gomes (85) 9924.6127