domingo, 7 de agosto de 2011

Funcionários da TUPY passam a ter Plano de Previdência Complementar



Cerca de 9 mil funcionários da TUPY estão neste momento tendo a oportunidade de aderir a um plano de previdência complementar, o TupyPrev. É mais um benefício que a empresa oferece a seus empregados, com o objetivo de estimulá-los a poupar e com isso garantir uma renda futura, visando especialmente a complementação da aposentadoria pela Previdência Social.

O plano foi desenhado pela TUPY em conjunto com a Brasilprev e prevê contribuições iguais, do empregado e da empresa, em percentuais que variam entre 2%, 4% e 7% do salário nominal, de forma escalonada (efeito cascata). O percentual de 2% aplica-se a salários até R$ 5.000,00. Isto significa que para cada R$ 1,00 poupado pelo funcionário, a empresa contribui com igual parcela. Todos recebem, com isso, um rendimento de 100% sobre a sua poupança, afora os juros.     

O TupyPrev prevê contribuições até o limite de 65 anos de idade. Para funcionários com mais de 10 anos de casa, que não terão tempo pela frente para fazer essa poupança, a empresa também está reconhecendo até 10 anos passados, que devem igualmente ter a contrapartida do empregado.

Funcionários que já têm algum outro plano de previdência complementar podem transferi-lo para o TupyPrev, e ainda têm a possibilidade de fazer aportes extras, se desejarem. Outra escolha diz respeito à forma de aplicação, que prevê a opção entre fundos renda fixa ou de renda composta –  fixa e variável.

As reuniões para divulgação e esclarecimento sobre o plano começaram na semana passada e o índice de adesão tem sido bastante alto. Na mensagem que gravou aos funcionários o presidente da TUPY, Luiz Tarquínio Sardinha Ferro, disse da grande satisfação em poder anunciar essa decisão da empresa, que já oferece outro benefício muito reconhecido entre os empregados, o Plano de Saúde integral, extensivo a dependentes até 18 anos.   

Produtor têxtil elogia, mas ainda tem dúvidas

Veículo: Valor Econômico
Seção: Brasil
Data: 03/08/2011

Para o presidente do Sindicato da Indústria Têxtil de Blumenau e região (Sintex), Ulrich Kuhn, o pacote do governo federal frustrou o setor. "O governo se mexeu e por isso merece parabéns, mas não vai resolver o problema", disse.

Para o presidente do Sindicato da Indústria Têxtil de Blumenau e região (Sintex), Ulrich Kuhn, o pacote do governo federal frustrou o setor. "O governo se mexeu e por isso merece parabéns, mas não vai resolver o problema", disse.
De acordo com ele, ao mesmo tempo que desonera a folha de pagamento, a medida cria uma nova tributação sobre o faturamento bruto, o que vai acabar gerando um custo adicional para o empresário do setor. "A proposta não favorece o modelo de negócio catarinense, que trabalha com muita terceirização de mão de obra."

Cremer reporta redução de 47% no lucro líquido

Empresa também informou a incorporação da P Simon, que havia sido adquirida em abril

Valor Online | 04/08/2011 20:14


O lucro líquido da Cremer teve redução de R$ 9,81 milhões para R$ 5,20 milhões no segundo trimestre do ano, o que representa uma queda de 47%. Segundo dados do balanço, que foi divulgado há pouco na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações (Ebitda, sigla em inglês) teve elevação, passando de R$ 15,73 milhões para R$ 17 milhões.
A margem Ebitda, no entanto, se reduziu de 15,8% para 14,9%, sempre na comparação com o segundo trimestre de 2010. A receita bruta no período foi de R$ 146,99 milhões, contra um acumulado de R$ 128,21 milhões no mesmo período de 2010.
Ainda hoje, a Cremer enviou outro comunicado à CVM, onde informa a incorporação da P Simon, que havia sido adquirida em abril. O patrimônio líquido considerado da incorporada é de R$ 7,01 milhões, conforme apurado em 31 de julho.

BNDES investe R$ 7,5 mi em inovação brasileira para motores elétricos

por Redação — última modificação Aug 05, 2011 02:34 AM
 
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará o desenvolvimento de motores elétricos pela empresa Weg com R$ 7,5 milhões, que correspondem a 62,3% do total do projeto de R$ 12 milhões.
O financiamento, que integra a linha Inovação Tecnológica do BNDES, oferecerá juros de 4% ao ano, condições financeiras especiais do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI).
A pesquisa visa o desenvolvimento de motores com inovações sobre tecnologias já existentes e será dividida em duas frentes: equipamentos a de tração elétrica híbrida e a de tração puramente elétrica.
Os destaques ficam para o desenvolvimento de um sistema de tração mais leve, compacto e eficiente em comparação aos já existentes e de um novo sistema de refrigeração que permita a redução de peso e aumento da confiabilidade.
O projeto, previsto para ser concluído em 2013, se apoia no potencial de crescimento do mercado de veículos elétricos, cuja demanda nacional ocorre em nichos específicos.
Os estudos serão realizados na sede da empresa em Jaraguá do Sul (SC) e também poderão ser tocados por parceiros tecnológicos, como consultores, universidades ou institutos de pesquisa.

Tupy estuda fábrica no México

A Tupy está estudando a possibilidasde de ter fábrica no México, bem pertinho do maior mercado, os Estados Unidos. Além do fator de logística, os custos de mão-de-obra naquele país são 30% inferiores ao praticado aqui.
Tem mais: com o dólar abaixo de R$ 1,60 exportar a partir de Joinville é um mau negócio. As negociações continuam, mas ainda não há nenhuma definição sobre a construção de fábrica naquele país.

WEG diz que distribuição e portfólio ajudaram nas vendas externas

FLORIANÓPOLIS - A recuperação das vendas no mercado externo levou a fabricante de motores elétricos WEG, com sede em Jaraguá do Sul, a conquistar a maior receita em dólares para um segundo trimestre na história da companhia. Segundo o diretor de relações com investidores Laurence Gomes, os valores superaram os resultados do segundo trimestre de 2008, até então o pico mais alto da empresa.O lucro líquido foi de R$ 154,6 milhões no segundo semestre, incremento de 32,6% sobre o me...Júlia Pitthan...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cremer anuncia compra da Topz por R$ 73 milhões

SÃO PAULO - A Cremer anunciou há pouco que firmou contrato para a compra dos ativos da Topz, fabricante de produtos de higiene pessoal. Segundo nota divulgada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o valor do negócio chega a R$ 73 milhões.

No período de 12 meses encerrado em junho, o faturamento da Topz foi de R$ 70 milhões.

A Cremer afirma que a aquisição visa o aumento da competitividade através do aumento do portfólio e da ampliação da plataforma de produtos de higiene pessoal.

Notícias: Hering encerrou junho com 472 lojas, sendo 90 da Hering Kids

O modelo de negócios da têxtil Hering de SC, através do varejo segundo dados revelados ao mercado acerca do segundo trimestre deste ano, mostrou um lucro líquido de 80,8% na comparação anual. Encerrou junho com 472 lojas, sendo 90 da Hering Kids e R$ 68,5 milhões líquidos em caixa


(Valor/S.A. – 29/7/11).

Indústria de confecções expande negócios no Ceará

Sex, 05 de Agosto de 2011 11:51

A Malwee, maior empresa de confecções do Brasil, vive momento de expansão no Ceará. Instalada em Pacajus, desde agosto de 2010, a empresa catarinense está investindo R$ 15 milhões na construção de uma nova fábrica no Município, que deverá iniciar suas operações em 2013.

De acordo com o presidente do Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico (Cede), Ivan Bezerra, já existem seis empresas têxteis catarinenses instaladas no Ceará. “Concluído o novo empreendimento, o Estado se tornará o segundo maior pólo têxtil do Brasil”, comemora Bezerra.

Segundo ele, o atual galpão da Malwee emprega 600 funcionários e a nova unidade, que funcionará às margens da BR – 116, disponibilizará 3 mil novas oportunidades de emprego. “Serão mais cearenses inclusos no mercado de trabalho formal”, diz o presidente. A empresa conta hoje com 7.500 funcionários nas suas fábricas espalhadas por todo o Brasil. O parque fabril de Pacajus trabalha exclusivamente com o setor de costura e iniciou suas atividades com 80 funcionários diretos.


05.08.2011

Assessoria de Comunicação do Cede
Jully Gomes (85) 9924.6127

sábado, 30 de julho de 2011

Principal fundição da América Latina, a Tupy adota solução da Senior para controle de acesso e segurança

A Tupy S/A, a principal indústria latino-americana de fundição de ferro e uma das líderes mundiais no fornecimento de peças e componentes para a indústria automotiva, implementou a solução de Acesso e Segurança, desenvolvida pela Senior, em suas plantas de Joinville, no norte de Santa Catarina, e Mauá, na região metropolitana de São Paulo (SP).
Fundada em 1938, a Tupy responde pela produção anual de 500 mil toneladas de ferro fundido. Somadas, suas duas plantas industriais ocupam área total equivalente a 1 milhão e 308 mil metros quadrados, por onde circulam, além dos cerca de 9 mil funcionários da empresa, uma média de 1.800 pessoas, entre prestadores de serviços, fornecedores, representantes de empresas terceirizadas, consultores e visitantes.
“Com este grande volume de pessoas circulando nas dependências da indústria, o controle de acesso não é apenas uma questão de segurança, mas de organização”, explica a analista de negócios Pricilla Guesser, que atua no suporte de TI à área de Recursos Humanos da empresa. Segundo ela, a escolha da solução da Senior, dentre as diversas soluções existentes no mercado, deu-se pela flexibilidade e eficiência do sistema desenvolvido pela empresa. O sistema nos permite controlar 35 pontos de acesso de pedestres e também gerenciar o fluxo de automóveis e caminhões.
Mas as necessidades da Tupy vão além do controle de quem entra ou sai da companhia. A solução fornecida pela Senior permite bloquear seletivamente o acesso a áreas restritas, de acordo com os critérios estabelecidos pelos administradores do sistema. A segurança é aspecto fundamental numa empresa que produz componentes especialmente projetados por indústrias automotivas, que pertencem a um mercado altamente competitivo, como componentes para freios e suspensão utilizados em automóveis, caminhões, máquinas agrícolas, tratores, ônibus e motocicletas.

Flexibilidade, integração e informação

Voltando a falar em flexibilidade, Pricilla explica que outro fator que motivou os especialistas da Tupy para a escolha do Acesso e Segurança da Senior é a facilidade de integrá-lo a outros sistemas especialistas. “O relatórios gerenciais da solução”, complementa Pricilla, “nos suprem de informações que nos ajudam nos processos decisórios para a área de Gestão de Pessoas.

Sobre a Senior

A Senior é uma das maiores desenvolvedoras de software para gestão empresarial do Brasil. As soluções de Gestão Empresarial (ERP), Gestão de Pessoas (RH), Gestão de Acesso e Segurança, Tecnologia da Informação, Gestão Estratégica e Serviços são direcionadas a clientes de todos os portes e têm como objetivo garantir total domínio sobre informações e processos empresariais. Com matriz em Blumenau (SC), a empresa possui filial em São Paulo e unidades localizadas nos principais centros do País, atuando também no mercado latino-americano. Atualmente conta com cerca de 3 mil pessoas envolvidas – entre colaboradores, parceiros comerciais e canais de distribuição – e mais de 100 canais distribuídos pelo Brasil.
Focada na evolução desde a sua fundação, em 1988, a Senior investe no conhecimento de cada profissional, criando oportunidades de aperfeiçoamento técnico e comercial para os seus colaboradores.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Denúncias de irregularidades no maior Sindicato Têxtil da América Latina (SINTRAFITE)

http://www.clickric.com.br/ric.com/videos_programa.asp?estado=sc&id_prog=2&id=16784

Confira o vídeo do jornal Meio Dia da Ric Record exibido no dia 27/07/2011 onde o diretor Ludimar Lümke denuncia falta de transparência na administração financeira da gestão da presidente Vivian Bertoldi.

O fato interessante é que toda essa história de "falta de transparência" aparece somente agora, após as eleições para a Diretoria do Sindicato e justamente num momento em que a antiga gestão está "arrumando a casa" para que a próxima gestão ao qual a atual maioria faz parte possa assumir com tranquilidade.

domingo, 24 de julho de 2011

Weg lucra 32,6% mais

A Weg, de Jaraguá do Sul, fechou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de R$ 145,6 milhões, um crescimento de 32,6% frente ao mesmo período do ano anterior, quando obteve R$ 116,5 milhões. A receita líquida da companhia atingiu R$ 1,277 bilhão, 26% maior que a dos mesmos meses do ano passado. O bom resultado foi obtido com o melhor desempenho no mercado externo, que teve crescimento de 44,9% no trimestre e já absorve 38% das vendas da Weg.  O grupo conseguiu Ebitda (lucro operacional) de R$ 215,6 milhões, 24% maior do que o do período de abril a junho de 2010.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Santander introduz preço-alvo de 2012 para Weg e mantém recomendação

14 de julho de 2011 • 20h45 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Revisando suas estiamtivas, o Santander introduziu o preço-alvo para 2012 das ações da Weg (WEGE3), esperando ao final do próximo ano um patamar de R$ 24,50, valor R$ 3 abaixo do target que era estabelecido para este ano. O novo preço-teórico implica em um potencial de valorização de 20,11% frente ao fechamento da última quinta-feira (14). Já a recomendação de manter foi reiterada.
Para os analistas Daniel Gewehr e Bruno Giardino, que assinam o relatório do banco, apesar da ação da companhia apresentar um desempenho muito ruim neste ano - até o fechamento de quinta-feira, os ativos WEGE3 acumulavam perdas de 16,55% em 2011 -, o desconto embutido em seus papéis já está precificado nos seus preços atuais.
Além disso, eles frisam o efeito negativo dos resultados piores que o esperado no primeiro trimestre de 2011, o que, aliado à falta de visibilidade em termos de uma recuperação de rentabilidade, contribuiu para que eles revissassem para baixo as estimativas para a empresa.
Mais vendas, menos lucroDessa forma, o banco reduziu suas estimativas em 12% para o Ebitda (geração operacional de caixa) de 2011, que agora passa a ser de R$ 927 milhões, implicando numa margem Ebitda (Receita Líquida/Ebitda) de 18,1%, em linha com o que foi reportado em 2010 e um pouco abaixo da expectativa anterior, de 20,8%. Apesar dessas revisões, Gewehr e Giardino ainda acreditam que a receita líquida da Weg mantenha um forte crescimento de dois dígitos em 2011, esperando um montante de R$ 5,122 bilhões, 16,4% superior ao de 2010.
Contudo, a menor participação do segmento de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD), que conta com margens mais elevadas, deverá limitar a recuperação de rentabilidade que o Santander imaginava anteriormente. Por conta disso, o lucro líquido projetado em 2011 foi reduzida em 8%, para R$ 604 milhões.
Riscos
A instituição avalia que os riscos atrelados ao investimento incluem o aumento da concorrência, a alta acima do esperado nos preços das principais matérias-primas, o abrandamento econonômico global mais forte do que o previsto, além dos desafios na expansão internacional.